Prêmio São Paulo de Literatura

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Divulgados os nomes dos dez jurados do Prêmio São Paulo de Literatura 2024

Divulgados os nomes dos dez jurados do Prêmio São Paulo de Literatura 2024

Bianca Santana, Camilla Dias, Claudia Abeling, Franciéle Garcês, Gênese Andrade, Igor Vida, Lu Ain-Zaila, Mário César, Ricardo Ramos Filho e Ubiratan Brasil são os dez jurados do Prêmio São Paulo de Literatura 2024. Seus nomes foram divulgados e a publicação saiu no Diário Oficial do Estado de São Paulo. Bianca Santana é jornalista e professora na Fundação Getúlio Vargas, doutora em Ciência da Informação e diretora executiva da Casa Sueli Carneiro. Camilla Dias é assistente social, livreira, mestranda em Crítica Literária, produtora de conteúdo independente, cocriadora e mediadora de projetos de leitura. Claudia Abeling cursou editoração, tem mais de duas décadas de experiência em editoras paulistanas, faz traduções e será jurada do PSPL pela quarta vez. Franciéle Garcês é bibliotecária, tem doutorado em Ciência da Informação, atua como professora universitária, além de ser idealizadora e gerente do projeto social Quilombo Intelectual. Gênese Andrade tem pós-doutorado em Literatura Hispano-Americana, é escritora, pesquisadora independente, professora universitária e tradutora. Igor Vida é mestre em Estudos de Literatura, docente voluntário na UFSCar e tem participação ativa em bancas de revisão e edição, de literatura ficcional e material didático. Lu Ain-Zaila é mestranda em Letras, escritora afrofuturista, escritora e pesquisadora em temas relacionados à educação e literatura. Mário César é ilustrador e designer gráfico, editor e autor de histórias em quadrinhos, com seu trabalho mais conhecido, “Bendita Cura” tendo sido traduzido para inglês e francês. Ricardo Ramos Filho é doutor em Letras, professor de Literatura, ministra cursos e oficinas e preside a União Brasileira de Escritores. Ubiratan Brasil é jornalista com passagem nos principais jornais paulistas, ex-editor do Caderno 2, do Estadão, com experiência em cobertura de eventos culturais.

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Começa o Festival Literatura Brasileira no XXI

Começa o Festival Literatura Brasileira no XXI

Inicia nesta quarta-feira, 03 de julho, o Festival Literatura Brasileira no XXI. Este evento irá percorrer cidades do interior do Estado de São Paulo ao longo de todo o segundo semestre deste ano, enaltecendo autores, obras e a cultura brasileira. A ação inaugural integra a programação do Festival Literário de Inverno de Ribeirão Preto (FLIRP), a partir das 19 horas, na Biblioteca Pública Sinhá Junqueira, no centro da cidade. Nesse horário ocorre a mesa-redonda “Finitude e Diversidade e experiências literárias”, na qual a mediadora Sheila Ozsvath, formada em Comunicação Social e em Gestão Cultural, recebe o escritor gaúcho radicado em São Paulo, Menalton Braff; o redator publicitário João Anzanello Carrascoza; e a escritora, roteirista e jornalista Cris Judar. Logo após, com início previsto para às 20h30min, haverá o show “Quem Sempre Teve Tudo Nunca Vai Entender”, com o percurssionista e compositor carioca Onã. Cris Judar foi vencedora do Prêmio São Paulo de Literatura em 2018, na categoria Melhor Romance de Estreia – Autor Estreante +40 anos, com o livro "Oito do Sete" (Reformatório). Essa mesma obra foi finalista do Prêmio Jabuti. Ela também é autora de histórias em quadrinhos e escreveu o livro de contos "Roteiros para uma Vida Curta". E seu segundo romance, "Elas marchavam sob o sol", teve direitos vendidos para editoras de quatro países. O Festival Literatura Brasileira no XXI é uma iniciativa da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, por meio das ações do Sistema Estadual de Bibliotecas de São Paulo, gerenciadas pela SP Leituras. E estará ocorrendo em outras cinco cidades, depois de Ribeirão Preto: Ubarana, Jundiaí, São Bento do Sapucaí, Diadema e Lençóis Paulista. Seu objetivo é revitalizar o interesse pela literatura brasileira, estimulando diálogos culturais amplos e inclusivos. O festival recebe o apoio do Ministério da Cultura (MinC) e financiamento através da Lei Rouanet. Há ainda o patrocínio de empresas comprometidas com o desenvolvimento cultural: Colégio Vital Brazil, Empiricus, Otis Elevadores, Stima Energia, Velt Partners e Willis Towers Watson. SERVIÇO Quando: 3 de julho, iniciando às 19 horas Onde: Biblioteca Pública Sinhá Junqueira Endereço: Rua Duque de Caxias, 547 – Ribeirão Preto – SP O evento é gratuito e não necessita inscrição prévia. Haverá tradução simultânea em Libras.

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Adélia Prado: um bom exemplo a ser seguido

Adélia Prado: um bom exemplo a ser seguido

Novos escritores não significam necessariamente escritores novos, no que se refere à idade. Não importa mesmo aquela que você tenha: se o que falta é um estímulo para inscrever o seu livro no Prêmio São Paulo de Literatura 2024, tome como exemplo a escritora e poetisa mineira Adélia Prado. Neste mês de junho, aos 88 anos, ela foi agraciada com duas grandes honrarias e recebeu substanciais valores em dinheiro. Primeiro, quando a Academia Brasileira de Letras lhe outorgou o Prêmio Machado de Assis 2024, que existe desde 1941, sendo uma distinção entregue em reconhecimento ao conjunto da obra de escritores e escritoras que se destacam pela relevância do seu trabalho e pela contribuição prestada à literatura em nosso país. Isso lhe rendeu diploma, um troféu criado pelo escultor Mário Agostinelli e R$ 100 mil. Dias depois foi a vencedora do Prêmio Camões 2024, o mais importante entre todos no nosso idioma. Este foi criado em 1988 pelos governos de Portugal e Brasil, sendo destinado anualmente a quem tenha contribuído para o enriquecimento do patrimônio literário e cultural da língua portuguesa. Concedido pela Fundação Biblioteca Nacional (FBN), vinculada ao Ministério da Cultura, e pelo Governo de Portugal, premia com 100 mil euros. Autores e editoras podem inscrever obras para concorrer ao Prêmio São Paulo de Literatura 2024, nas categorias Melhor Romance do Ano de 2023 e Melhor Romance de Estreia 2023 – lembrando que ser estreante não é o mesmo que ser jovem, valendo para qualquer faixa etária – acessando http://premiosaopaulodeliteratura.sp.gov.br/. E aqui mesmo no site você tem à disposição uma aba com o edital completo e todos os anexos necessários.

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Heitor Botan, Ionara Lourenço e Mariana Salomão destacam a honra de serem curadores

Heitor Botan, Ionara Lourenço e Mariana Salomão destacam a honra de serem curadores

Três dos cinco curadores do Prêmio São Paulo de Literatura 2024 são Heitor Botan, mediador em clubes de leitura; a bibliotecária Iara Lourenço; e a escritora Mariana Salomão Carrara. Eles falaram sobre os convites recebidos e a função a ser desempenhada.Heitor Botan acredita ter se tratado de um reconhecimento pelo seu trabalho e experiência na mediação de clubes de leitura o que teria levado a coordenadora da Unidade de Difusão, Bibliotecas e Leitura, Adriana Freitag, a convidá-lo para a curadoria deste ano. “A gentil indicação é muito especial por aprovar este movimento como integrante da crítica literária, talvez como um dos elementos mais próximos dos leitores”, opina ele. Essa vivência toda possibilita que Heitor assegure que “a troca de impressões compartilhadas a partir do diálogo pelos membros dos grupos permite que eles reconstruam suas visões sobre o livro”. Tendo estudado Teoria e Prática na Formação do Leitor, na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul, Heitor entende que a existência de prêmios literários, a exemplo do PSPL, amplia muito a curiosidade dos leitores em conhecer determinados escritores e suas obras, “seja para referendar a crítica e seleção dos vencedores, ou até para questionar o resultado, a partir de suas impressões pessoais”. E, mais ainda, para que desenvolvam um “hábito de leitura mais profícuo, os novos leitores têm que se reconhecer nas obras literárias para criarem, com autonomia, sua própria trajetória leitora”. Ionara Lourenço, também entende ser algo relevante uma bibliotecária integrar a curadoria, uma vez que isso sem dúvida alguma destaca a importância do papel dos profissionais da área no cenário literário. “A disseminação e difusão do livro e da leitura é um dos pilares do trabalho da pessoa bibliotecária. Assim, não posso deixar de salientar que essa nomeação se trata de um reconhecimento merecido para uma categoria que luta diariamente por valorização”, assegura ela. Outro ponto que Ionara levanta é ser muito prazeroso participar de um trabalho que distingue nomes conhecidos, mas “contribui sobremaneira para a descoberta de novos talentos em todo o país”. Os livros trazem essa riqueza também porque “oferecem vivências nos mais diversos cenários, possibilitando que jovens e adultos se identifiquem com as narrativas ricas e criativas de escritoras e escritores à espera de uma oportunidade, como essa oferecida pelo Prêmio São Paulo de Literatura”, complementa. Mariana Salomão Carrara foi a vencedora do PSPL no ano passado, na categoria Melhor Romance do Ano, com “Não fossem as sílabas do sábado” (Todavia). E retorna esse ano para ocupar lugar “no outro lado do balcão”. Ela, que acompanha a premiação desde que esta foi criada e revela sempre ter ido atrás dos romances finalistas, ao ver o seu livro entre os dez classificados de 2023 sentiu uma das maiores emoções da carreira. “Ser a vencedora, depois de tantos anos abrindo lentamente o meu caminho entre os leitores, seguramente me ajudou a ingressar um pouco mais na atenção do jornalismo literário e ampliou os convites para eventos”, relata Mariana. Outra das emoções veio com o convite para ingressar em 2024 no seleto grupo de curadores. “É uma honra inverter posições e fazer agora parte das engrenagens do prêmio. Digo isso pela oportunidade de indicar para eventual escolha nomes de jurados cujo trabalho me guia da eleição das minhas próprias leituras”, confessa ela. “Também será um prazer enorme fazer parte da escolha final dos vencedores de cada categoria”, afirma Mariana antecipando uma das novidades introduzidas este ano. Heitor, Ionara e Mariana juntam-se ao apelo para que nossas escritoras e escritores, iniciantes ou não – ou as próprias editoras –, inscrevam os livros que publicaram em 2023 no Prêmio São Paulo de Literatura 2024. Essa possibilidade se estende até 23 de julho, com inscrições gratuitas. Para tanto, basta acessar http://premiosaopaulodeliteratura.sp.gov.br/. Aqui no site você tem à disposição o edital completo e todos os anexos necessários.

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Nara Vidal é a convidada do Segundas Intenções deste mês

Nara Vidal é a convidada do Segundas Intenções deste mês

No próximo sábado, 29 de junho, entre 15 e 17 horas, a romancista, contista, ensaísta, tradutora e professora mineira Nara Vidal estará participando do “Segundas Intenções”. Este é um programa mensal das bibliotecas de São Paulo e Parque Villa-Lobos, que convida escritores, ilustradores, cartunistas e demais figuras do universo literário para uma conversa instigante. São temas a carreira, seus processos criativos, peculiaridades da profissão e detalhes tanto de obras já publicadas quanto das que estejam por vir. O bate-papo é mediado pelo jornalista Manuel da Costa Pinto. A atividade é presencial e não necessita inscrição prévia. Nara Vidal é autora de “Sorte” (Prêmio Oceanos), “Mapas para desaparecer” (finalista do Prêmio Jabuti) e “Eva” (finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2023 na categoria Melhor Romance do Ano). Também recebeu distinção oferecida pela Associação Paulista de Críticos de Arte pelo seu trabalho de divulgação da literatura brasileira no exterior. Seus livros mais recentes são “Shakespearianas”, de ensaios livres; e o romance “Puro”. Ela é formada em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e tem metrado em Artes, pela London Metropolitan University. Atualmente reside na Inglaterra. Quando: 29 de junho, das 15 às 17 horas Onde: Biblioteca Parque Villa-Lobos Endereço: Av. Queiroz Filho, 1205 – Alto de Pinheiros – São Paulo O evento é gratuito e não necessita inscrição prévia.

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André Cáceres e Cida Saldanha falam sobre a relevância dos prêmios literários

André Cáceres e Cida Saldanha falam sobre a relevância dos prêmios literários

Como em edições anteriores, o Prêmio São Paulo de Literatura 2024 tem cinco curadores. Dois deles são André Cáceres, que vive nele a sua primeira experiência, e Cida Saldanha, que há muito tem emprestado prestígio e conhecimento para a realização do prêmio. André Cáceres é um “multi instrumentista” no campo literário: escritor, editor, crítico e autor de peças teatrais, além de ser colunista em jornal e ministrar oficinas. Segundo ele, prêmios “cumprem um papel essencial no fomento e difusão da literatura contemporânea”. Ele observa de perto a cena literária brasileira, que considera “efervescente, viva, diversa e cheia de vozes instigantes”. Mesmo assim, ainda é “muito difícil para ficcionistas iniciantes se estabelecerem no mercado”, de tal modo que “participar em prêmios se torna o caminho com maior capacidade de alavancar a carreira de quem escreve”. Especificamente quanto ao Prêmio São Paulo de Literatura, André afirma que ter sido escolhido como um dos curadores da edição de 2024 “está sendo para ele uma imensa honra e uma alegria”. No seu entendimento, há um diálogo importante entre a responsabilidade de agora e suas atividades neste campo. “Em todas elas se estabelece um compromisso de respeito aos leitores atuais e aos que ainda serão formados”, explica André. Cida Saldanha, por sua vez, sabe muito bem o que são compromisso e responsabilidade, neste caso: em 2024 está na sua décima participação dentro da estrutura do PSPL. Depois de nove oportunidades anteriores como jurada, agora será curadora. Graduada em Ciências Sociais, ela tem uma vivência de mais de 40 anos atuando em livrarias. Portanto, conhece como poucas pessoas o gosto do público leitor e características e estilos dos escritores. No ano passado Cida se surpreendeu com o número recorde de inscritos no PSPL, que ultrapassou 450. “Tenho a impressão que isso possa ter sido uma decorrência dos tempos da pandemia, com as pessoas mais reclusas e propensas a escrever”, teoriza ela. Mais do que a quantidade, também a qualidade das obras foi impressionante, no seu entender. “Com certeza, em especial entre os estreantes, muitos dos livros que não ficaram entre os dez finalistas poderiam estar na relação”, revela ela. Cida admite estar aguardando com ansiedade o trabalho que terá pela frente: “é algo que gosto muitíssimo de fazer, pois sempre temos inscritos do Brasil inteiro, com participantes de diferentes classes sociais, gêneros e idades. É muito bom saber o que as pessoas pensam, o que as inspiram e o que as influenciam”, conclui. Ambos, André e Cida, juntam-se ao apelo de que nossas escritoras e escritores, iniciantes ou não – ou as próprias editoras –, inscrevam os livros que publicaram em 2023 no Prêmio São Paulo de Literatura 2024. O que certamente também será feito pelos outros três curadores, sobre os quais teremos nova postagem, nos próximos dias. Importante: essa possibilidade se estende até 23 de julho, com inscrições gratuitas. Para tanto, basta acessar http://premiosaopaulodeliteratura.sp.gov.br/. Aqui no site você tem à disposição o edital completo e todos os anexos necessários.

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Três finalistas do PSPL estarão na Feira do Livro do Pacaembu, em São Paulo

Três finalistas do PSPL estarão na Feira do Livro do Pacaembu, em São Paulo

Mais de uma centena de convidados entre autores, autoras e palestrantes de outras áreas estarão abrilhantando a Feira do Livro do Pacaembu 2024. O evento é um festival literário caracterizado por sua bibliodiversidade, o pluralismo e o apartidarismo. Em sua terceira edição, ele irá ocupar a Praça Charles Miller e o Auditório Armando Nogueira, no Museu do Futebol, na cidade de Sâo Paulo, entre os dias 29 de junho e 7 de julho. A entrada é gratuita. Confirmaram presença três finalistas do Prêmio São Paulo de Literatura. Tatiana Salem Levy, que em 2022 integrou a lista dos candidatos a Melhor Romance do Ano, com “Vista chinesa” (Todavia); Stênio Gardel, que no mesmo ano disputou com “A palavra que resta” (Editora Schwarcz) a categoria Melhor Romance de Estreia do Ano; e Nara Vidal, postulante a Melhor Romance do Ano em 2023 com “Eva” (Todavia). Ao contrário das edições anteriores, que tiveram duração de cinco dias, esta próxima permanecerá no local por nove, pegando a última semana letiva do primeiro semestre deste ano, com parte do feriado paulista de 9 de julho. Esse fato irá facilitar visitação de escolas, com os estudantes podendo acompanhar atividades educativas e contação de histórias, assim como os encontros com escritores. Nos finais de semana a “aldeia efêmera” montada – o evento trouxe para São Paulo o conceito das feiras de livros a céu aberto, como em Porto Alegre e em Lisboa – volta ao perfil dos anos anteriores.

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Festival Internacional de Literatura de Araxá começa nesta quarta

Festival Internacional de Literatura de Araxá começa nesta quarta

Com atividades culturais acessíveis, inclusivas, éticas, educativas, artísticas e carregadas de conceito ao redor do tema proposto para a evento – Memória, Literatura e Diversidade –, a 12ª edição do Festival Internacional de Literatura de Araxá começa dia 19 e prossegue até o domingo, 23 de junho. Importante destacar que, pela primeira vez na sua história, este ano haverá equidade de gênero e raça entre os 84 convidados. Também é novidade todas as atividades do Festival serem transmitidas online pelo YouTube do Fliaraxá. Estrela da primeira edição do Fliaraxá, ocorrida em 2012, o cartunista, ilustrador e escritor mineiro Ziraldo Alves Pinto, que faleceu no dia 6 de abril deste ano, está sendo homenageado. Primeiro ao ser escolhido para ser o Patrono. Depois, porque agora em 2024 o Prêmio de Redação e Desenho será baseado na sua obra. Estudantes que participam foram convidados a desenvolver histórias que tivessem como inspiração livros ou personagens criados por ele. Aline Bei, vencedora do Prêmio São Paulo de Literatura 2018, na categoria de Melhor Romance de Estreia do Ano (estreante até 40 anos), com “O peso do pássaro morto” é uma das 24 personalidades convidadas para o evento. Também estará presente Afonso Borges, jornalista, escritor e gestor cultural. Ele é vice-presidente da SP Leituras – Associação Paulista de Bibliotecas e Leitura. Duas livrarias e dois auditórios foram montados na Fundação Calmon Barreto e ao seu redor. Está prevista uma intensa programação infantil e infantojuvenil, além de muita música instrumental. E os visitantes vão encontrar, na “Rua da Economia Criativa”, artesanato e gastronomia. As atividades presenciais são todas gratuitas e abertas ao público. Basta comparecer na Praça Artur Bernardes, 10, no Centro da cidade mineira de Araxá. Maiores informações pelo telefone (34) 3612.1627.

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Secretária Marilia Marton ressalta importância do Prêmio São Paulo de Literatura

Secretária Marilia Marton ressalta importância do Prêmio São Paulo de Literatura

A secretária estadual da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, Marilia Marton, voltou a destacar a importância do Prêmio São Paulo de Literatura, que está com inscrições abertas para a sua 17ª edição. Além do destaque que inegavelmente dá aos finalistas e vencedores, nas duas categorias – Melhor Romance do Ano e Melhor Romance de Estreia do Ano –, ele ainda propicia a cada um dos dois ganhadores a maior premiação em dinheiro da categoria no país: R$ 200 mil. “Poder promover este estímulo significativo para a produção literária de qualidade é muito importante para a cultura. Queremos seguir valorizando a literatura brasileira, reconhecendo os nossos grandes escritores e, também, os nossos novos talentos”, afirmou a secretária. As inscrições permanecem abertas até o dia 23 de julho. Para participar do concurso, a obra deve ter sido escrita originalmente em língua portuguesa, além de ter tido sua primeira edição e comercialização no Brasil no ano de 2023. Somente obras no formato impresso e com a identificação numérica (ISBN) atribuída pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) podem participar. As inscrições são gratuitas e o processo pode ser realizado tanto por autores e autoras quanto por suas editoras. Para tanto é preciso acessar o site http://premiosaopaulodeliteratura.sp.gov.br/. Aqui no site você tem à disposição o edital completo e todos os anexos necessários.

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Conhecidos os curadores do Prêmio São Paulo de Literatura 2024

Conhecidos os curadores do Prêmio São Paulo de Literatura 2024

André Cáceres, Cida Saldanha, Heitor Botan, Ionara Lourenço e Mariana Salomão Carrara são os cinco curadores do Prêmio São Paulo de Literatura 2024. Seus nomes foram divulgados hoje e a publicação saiu no Diário Oficial do Estado de São Paulo. André Cáceres é escritor, editor, crítico literário e jornalista. Atualmente é editor na Sesi-SP Editora e escreve sobre literatura para o jornal O Estado de São Paulo, além de ministrar oficinas de crítica literária. Cida Saldanha é graduada em Ciências Sociais e trabalha em livrarias desde 1983. Foi jurada em nove edições do Prêmio São Paulo de Literatura e participa pela primeira vez como curadora. Heitor Botan possui graduação em Comunicação Social, duas especializações e está cursando mestrado em Linguística Aplicada. É responsável pela organização e mediação no Clube de Prosa da Biblioteca Mário de Andrade e coordena projetos educacionais no Senac São Paulo. Ionara Lourenço é bibliotecária, com experiência em acervo, gerenciamento e arquivo. Atua no Conselho Regional de Biblioteconomia do Estado de São Paulo e coordena os acervos da Casa Sueli Carneiro. Mariana Salomão Carrara é escritora, tendo publicados livros de contos e romances. Foi indicada ao Prêmio Jabuti em 2022, mesmo ano em que ficou entre finalistas do Prêmio São Paulo de Literatura, que veio a ganhar no ano passado na categoria de Melhor Romance do Ano, com “Não fossem as sílabas do sábado”.

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Vencedora do Prêmio São Paulo de Literatura 2021 lança novo livro

Vencedora do Prêmio São Paulo de Literatura 2021 lança novo livro

Morgana Kretzmann, vencedora do Prêmio São Paulo de Literatura 2021 na categoria Melhor Romance de Estreia, com "Ao pó" (Patuá), acaba de lançar um novo livro. O romance “Água Turva” tem como cenário o Salto do Yucumã, a maior queda d’água longitudinal existente em todo o mundo, que se localiza no noroeste do Rio Grande do Sul. A história denuncia a ambição de pessoas poderosas como elemento que pode pôr em risco o meio ambiente. Nela, a construção de uma hidrelétrica ameaça alagar o Parque Estadual do Turvo, a primeira e maior unidade de conservação brasileira de proteção integral da natureza. O local abriga inúmeras cascatas, sendo também o último refúgio da onça-pintada no sul do país. Nascida em Tenente Portela, município que fica nas proximidades do local retratado no romance, Morgana Kretzmann conhece de perto a realidade regional. E declarou à imprensa, no lançamento da obra, que “hoje o Rio Grande do Sul inteiro é uma água turva, no sentido ambiental, político e social”. Seu livro integra uma nova onda de publicações que se mostram preocupadas com a crise ecológica que aflora em todo o planeta e que já tem um nome: ficção climática. Interessante destacar ainda que “Água Turva” é protagonizado por três mulheres (Chaya, Preta e Olga), que vivem situações opostas em relação ao tema. Mesmo assim precisam, pelas circunstâncias, vencer questões do passado para construir juntas uma possibilidade de futuro. A gaúcha, além de escritora e roteirista, tem formação em Gestão Ambiental. E reside atualmente em São Paulo. “Água Turva” tem 272 páginas e publicação da Companhia das Letras.

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Saiu o edital do Prêmio São Paulo de Literatura 2024

Saiu o edital do Prêmio São Paulo de Literatura 2024

Foi publicado o edital do Prêmio São Paulo de Literatura 2024. Isso torna de conhecimento público as regras e prazo para inscrição para quem quiser concorrer à maior premiação individual na área em nosso país, R$ 200 mil em cada uma das duas categorias: Melhor Romance do Ano de 2023 e Melhor Romance de Estreia do Ano de 2023. As inscrições são gratuitas e a sua primeira etapa deverá ser realizada pelo autor/autora ou pela editora da obra, exclusivamente por meio da plataforma, entre os dias 3 de junho e 23 de julho de 2024. Escritores e editoras precisam ler com atenção o regulamento do edital, seguindo as instruções elencadas. O preenchimento do formulário específico, assim como o fornecimento dos documentos solicitados e a remessa de dez exemplares do livro impresso são etapas que precisam ser cumpridas. Com tudo remetido para a Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, em tempo hábil, fica o proponente qualificado para concorrer. Mais detalhes podem ser obtidos aqui mesmo neste site, na aba Edital. Os anexos também estão todos disponíveis no mesmo local.

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Vencedores do Prêmio São Paulo de Literatura participam da Feira Internacional do Livro de Guadalajara

Vencedores do Prêmio São Paulo de Literatura participam da Feira Internacional do Livro de Guadalajara

Dois reconhecidos autores brasileiros, Morgana Kretzmann e Antônio Xerxenesky, vencedores em edições anteriores do Prêmio São Paulo de Literatura, oferecido pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, estarão presentes na Feira Internacional do Livro de Guadalajara, realizada de 25 de novembro a 3 de dezembro de 2023 no México. O evento, reconhecido internacionalmente como um dos mais importantes no cenário editorial, é uma excelente oportunidade para dar visibilidade a escritores brasileiros e revelar a diversidade da produção literária em língua portuguesa. A participação de Kretzmann e Xerxenesky na agenda cultural da feira destaca-se como parte da consagração obtida por meio do Prêmio São Paulo de Literatura. O público participante terá a oportunidade de conhecer de perto a trajetória desses autores, contribuindo com o intercâmbio cultural entre o Brasil e outros países da América Latina. No evento é possível encontrar outros nomes da literatura brasileira, como Jeferson Tenório, Maria Alzira Brum Lemos, Luiza Romão, Itamar Vieira Junior, entre outros. A FIL - Feira Internacional do Livro de Guadalajara é um grande encontro editorial de língua espanhola e uma feira literária bem importante do mundo junto com a de Frankfurt (Alemanha). “É um evento para a promoção da leitura, permite que diferentes setores do público possam falar com os seus autores preferidos, uma oportunidade de networking para os próprios autores, podem, por exemplo, tentar contrato de tradução da obra em outro idioma, interagem com milhares de compradores e constroem relacionamentos com clientes potenciais, tudo custeado pela Secretaria da Cultura”, destaca Marília Marton, Secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.A SP Leituras está representada no evento pela gerente de Programas e Projetos, Giovanna Sant'Ana, e pelo consultor Gonzalo Oyarzún, que participam, respectivamente, como mediadora e convidado em algumas mesas de debate. Confira abaixo a programação.29 de novembro, das 12h às 12h50 | Ecos da FIL - Encontro de Promotores de LeituraPalestra - Livros e tecnologiaConvidado: Gonzalo Oyarzún 29 de novembro, das 18h às 18h50 | Destinação BrasilConvidados: Jeferson Tenório, Antônio Xerxenesky e Maria Alzira Brum LemosMediação: Fernando Coimbra 30 de novembro, das 18h às 18h50 | Destinação BrasilConvidadas: Morgana Kretzmann, Luiza Romão e Kátia Bandeira de Mello GerlachMediação: Giovanna Sant'Ana 1º de dezembro, às 19h | Apresentação dos ganhadores do Prêmio São Paulo de LiteraturaConvidados: Morgana Kretzmann e Antônio XerxerneskyMediação: Giovanna Sant'Ana 

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“A literatura conecta gerações, culturas e almas”

“A literatura conecta gerações, culturas e almas”

Ao comentar o fato de ter o Prêmio São Paulo de Leitura alcançado, em 2023, a marca recorde de 453 propostas concorrentes, a secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, Marilia Marton, destacou “sentir que a literatura é um relato intemporal das experiências, sonhos e emoções partilhadas”. E acrescentou que ela, a literatura, é ainda “uma ponte que conecta gerações, culturas e almas”. No entender da secretária, quaisquer que venham a ser os ganhadores, “a vencedora, no final, será a própria cultura”. As inscrições vieram de diversas regiões do Brasil e de outros países, tais como Alemanha, Angola, Argentina, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Inglaterra, Israel, Itália, Portugal, Rússia e Suíça. E os finalistas foram avaliados pelo júri do prêmio, que está composto por Carlos Rogério Duarte Barreiros, Cida Saldanha, Claudia Abeling, Gênese Andrade, Ieda Lebensztayn, Jeferson Tenório, Karina Menegaldo, Luciana Araujo Marques, Luiz Rebinski e Whaner Endo.

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Mariana Salomão Carrara e Alexandre Alliatti vencem o 16º Prêmio São Paulo de Literatura

Mariana Salomão Carrara e Alexandre Alliatti vencem o 16º Prêmio São Paulo de Literatura

Mariana Salomão Carrara e Alexandre Alliatti foram os vencedores do 16º Prêmio São Paulo de Literatura, conhecidos em cerimônia realizada na Biblioteca Parque Villa-Lobos. Carrara venceu na categoria Melhor Romance de 2022, com o livro Não fossem as sílabas do sábado (Todavia), e Alliatti ficou com o Melhor Romance de Estreia de 2022, com Tinta branca (Patuá). Além do troféu, os vencedores recebem R$ 200 mil, o prêmio literário de maior valor em remuneração do país, e participam, em 2024, de uma programação cultural que inclui a presença em eventos nacionais e internacionais. O prêmio é promovido pela Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo. Durante a cerimônia, o diretor executivo da SP Leituras, Pierre André Ruprecht, comemorou o retorno da festa de divulgação dos vencedores a uma biblioteca pública e afirmou que o Prêmio São Paulo de Literatura é um impulsionador da produção literária de qualidade. “Além de reconhecer o trabalho de autores consagrados e dar visibilidade aos novos talentos, a premiação valoriza o setor editorial e contribui para a formação dos leitores. Vale a pena conferir os livros finalistas e vencedores, todos disponíveis para empréstimo na Biblioteca de São Paulo e na Biblioteca Parque Villa-Lobos.” Marília Marton, secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, explicou durante o evento que o desafio da secretaria é imenso. “Quero convidá-los para nos ajudar na longa jornada de fazer deste país um lugar de leitores. No Brasil, há dados que mostram que existem menos pessoas lendo. Qual estratégia para mudar estes números? Dentre várias ações, temos o Viagem Literária, a BibliON e parcerias internacionais, como o Creative SP com a Feira do Livro de Frankfurt.  Acredito que a literatura é o alicerce que traz identidade e senso crítico. Contamos com vocês para nos ajudar a criar métodos para fazermos deste encontro um local de desenvolvimento humano, também, na leitura.” Em 2023, a 16ª edição do Prêmio São Paulo de Literatura recebeu um recorde de inscrições com 453 candidaturas, um crescimento de 43% em relação ao ano anterior. O júri desta edição foi composto por Carlos Rogério Duarte Barreiros, Cida Saldanha, Claudia Abeling, Gênese Andrade, Ieda Lebensztayn, Jeferson Tenório, Karina Menegaldo, Luciana Araujo Marques, Luiz Rebinski e Whaner Endo. Já os curadores foram Fabio Silvestre Cardoso, Maria Cecília Closs Scharlach, Ricardo de Medeiros Ramos Filho, Rogério Pereira e Sandra Regina Ferro Espilotro. 

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Saiba quem são os finalistas do Prêmio São Paulo de Literatura 2023

Saiba quem são os finalistas do Prêmio São Paulo de Literatura 2023

Já se conhece quais são os dez finalistas em cada uma das duas categorias em disputa no 16º Prêmio São Paulo de Literatura. Eles foram escolhidos entre os 453 inscritos pelos jurados Carlos Rogério Duarte Barreiros, Cida Saldanha, Claudia Abeling, Gênese Andrade, Ieda Lebensztayn, Jeferson Tenório, Karina Menegaldo, Luciana Araujo Marques, Luiz Rebinski e Whaner Endo. Na disputa por Melhor Romance do Ano de 2022 estão as obras “Viúvas de sal”, de Cinthia Kriemler; “Beatriz e o poeta”, de Cristovão Tezza; “Tom vermelho do verde”, de Frei Betto; “Um crime bárbaro”, de Ieda Magri; “Homem de papel”, de João Almino; “João Maria Matilde”, de Marcela Dantés; “Não fossem as sílabas do sábado”, de Mariana Salomão Carrara; “Eva”, de Nara Vidal; “Estudo sobre o fim: bangue-bangue à paulista”, de Paula Fábrio; e “A falta”, de Xico Sá. Já ao prêmio de Melhor Romance de Estreia do Ano de 2022 os concorrentes são “Tinta branca”, de Alexandre Alliatti; “Luminol”, de Carla Piazzi; “A tessitura da perda”, de Cristianne Lameirinha; “A cabeça do pai”, de Denise Sant’Anna; “Memória de ninguém”, de Helena Machado; “Para onde atrai o azul”, de Jessica Cardin; “Sismógrafo”, de Leonardo Piana; “O último sábado de julho amanhece quieto”, de Silvana Tavano; “Mikaia”, de Taiane Santi Martins; e “Dilúvio das almas”, de Tito Leite. O anúncio dos dois vencedores ocorre em solenidade na Biblioteca Villa-Lobos, na noite de 27 de novembro. A cada um será concedido troféu e o prêmio de R$ 200 mil em dinheiro.

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Arte: Passarim Design e Barulho | Desenvolvimento de site: Qube Design | Edição: Solon Saldanha (MTB nº 5308/RS)