Prêmio São Paulo de Literatura anuncia vencedores na segunda-feira

Cerimônia revelará os três ganhadores da 10ª edição; antes disso, público pode conversar
com os finalistas em encontros gratuitos nas Bibliotecas de São Paulo e Parque Villa-Lobos

 

Na próxima segunda-feira, 6 de novembro, a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo anuncia os três vencedores da 10ª edição do Prêmio São Paulo de Literatura. A cerimônia será na Biblioteca Parque Villa-Lobos, a partir das 20h00. Maior do país em valor individual, a premiação tem como principais objetivos incentivar a produção literária no gênero romance, apoiar e valorizar novos autores e editoras e incentivar a leitura.

São R$ 400 mil no total, sendo R$ 200 mil para o vencedor na categoria “Melhor Livro do Ano” e R$ 100 mil para cada vencedor da categoria ”Melhor Livro do Ano Estreante”, essa última dividida em autores com “mais de 40 anos” e “até de 40 anos”. Além do valor em dinheiro, os três vencedores terão a oportunidade de participar da Feira Internacional do Livro em Guadalajara, no México.

Conheça os finalistas deste ano.

Encontro com finalistas

No fim de semana que antecede a cerimônia (4 e 5 de novembro), o público poderá conversar pessoalmente com alguns dos finalistas em encontros gratuitos realizados nas bibliotecas estaduais. Durante os bate-papos, os autores veteranos e estreantes falarão sobre suas obras, o processo criativo, suas influências literárias e o cenário editorial no país.

No dia 4 de novembro, sábado, o bate-papo será na Biblioteca de São Paulo, localizada no Parque da Juventude, a partir das 11h00. Participam os escritores Bernardo Carvalho (Simpatia pelo demônio/Cia. das Letras), Flávio Izhaki (Tentativas de capturar o ar/Rocco), Javier Arancibia Contreras (Soy loco por ti, América/Cia. das Letras), Ricardo Lísias (A vista particular/Alfaguara), Antonio Cestaro (Arco de Virar Réu/Tordesilhas | Alaúde) e Priscila Gontijo (Peixe Cego/7 Letras).

No dia seguinte, domingo, 5 de novembro, é a vez de Maria Valéria Rezende (Outros cantos/Alfaguara), Franklin Carvalho (Céus e terra/Record), Tina Correia (Essa menina/Alfaguara), Alexandre Marques (Entropia/Editora Record), André Timm (Modos Inacabados de morrer/Editora Oito e Meio), Maurício de Almeida (A instrução da noite/Editora Rocco) e Raul Ruas (Em torno dos 26 anos: Quando predominam tons tristes, vaidosos e politicamente incorretos/Editora 7 Letras). Os autores estarão na Biblioteca Parque Villa-Lobos, a partir das 11h00.

Sobre o Prêmio São Paulo de Literatura

Criado em 2008 pelo Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria da Cultura do Estado, o Prêmio São Paulo de Literatura é o maior do País em valor individual e tem como principais objetivos incentivar a produção literária de qualidade, apoiar e valorizar novos autores e editoras independentes, além de incentivar a leitura. Desde que foi criado, o Prêmio teve participação de mais de 1.700 livros e premiou 22 romances, contribuindo de forma decisiva para dar visibilidade não só às obras vencedoras, mas também aos trabalhos finalistas.

 

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George Saunders venceu a edição 2017 do Man Booker Prize

O americano George Saunders, 58 anos, venceu o Man Booker Prize, principal prêmio da literatura em língua inglesa por Lincoln in the bardo. O prêmio, que é dedicado ao melhor romance escrito originalmente em inglês e publicado no Reino Unido, foi anunciado terça-feira, 17 de outubro, em Londres.

O Prêmio São Paulo de Literatura foi criado em 2008 e teve a tradicional premiação britânica como exemplo. Ela acontece desde 1969 e passou a aceitar escritores de qualquer nacionalidade há quatro anos. Antes era restrita a autores de países que integram a Commonwealth.

Saunders é o segundo americano a levar o troféu; no ano passado o escritor Paul Beatty venceu com O vendido. A honraria inglesa dá ao seu vencedor uma gratificação de 50 mil libras esterlinas (cerca de R$ 208 mil), além das 2.500 libras para cada finalista.

Este é o primeiro romance do escritor e a trama fala da morte de Willie, filho de 11 anos de Abraham Lincoln, em 1862, por febre tifoide. Na obra, a criança fica retida no “bardo”, uma espécie de limbo na religião budista tibetana. Outros mortos, no mesmo cemitério, recusam-se a aceitar o fim de sua existência, assim como Willie, que espera pelo regresso de seu pai, um dos presidentes mais icônicos dos Estados Unidos.

Saunders venceu vários prêmios nos Estados Unidos e é autor de livros de contos, ensaios e obras infantis. No Brasil, lançou Dez de dezembro, de contos, e o infantil Os grudolhos perseverantes de Frip, ambos pela Companhia das Letras.

Com informações do jornal Folha de S. Paulo.
Confira matéria na Ilustrada —> https://goo.gl/bEpNar

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Solenidade do Prêmio São Paulo é no dia 6 de novembro

A cerimônia de entrega dos prêmios e troféus do Prêmio São Paulo de Literatura 2017 está agendada para a segunda-feira, 6 de novembro, às 20h30 . A solenidade será realizada na Biblioteca Parque Villa-Lobos (BVL), que fica na Avenida Queiroz Filho, 1205, Alto de Pinheiros. O evento é gratuito, mas é necessário confirmar previamente a presença pelo email (rsvp@premiosaopaulodeliteratura.org.br) ou pelo telefone: (11) 3155-544, ramal 21.

O concurso promove no fim de semana anterior, sábado (4 de novembro) e domingo (5 de novembro) dois encontros com os escritores finalistas. Os eventos desta décima edição acontecem na Biblioteca de São Paulo (BSP) e na BVL, respectivamente. Ao todo, estarão presentes 15 dos 20 finalistas e a mediação será da apresentadora da TV Cultura, Adriana Couto.

O objetivo da Secretaria da Cultura com os bate-papos literários é que os autores falem das obras selecionadas, suas influências e processo de trabalho, além comentar sobre esta ação de estímulo aos talentos literários do país. A Secretaria da Cultura criou o prêmio em 2008 visando estimular a produção literária e reconhecer o talento dos autores brasileiros.

O valor pago anualmente é o mais alto do Brasil: são R$ 400 mil divididos por três vencedores. Participe dos bate-papos e descubra quais são os livros indicados como os melhores do ano.

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Temporada de premiações literárias a todo vapor

O calendário do segundo semestre do setor editorial está repleto de honrarias literárias. O Prêmio São Paulo de Literatura já divulgou os seus finalistas e a solenidade será no dia 6 de novembro na Biblioteca Parque Villa-Lobos. E mais concursos e premiações da área estão nas fases finais.

O mais tradicional, o Prêmio Jabuti, realizado pela Câmara Brasileira do Livro, divulgou no dia 3 de outubro os finalistas da 59º edição. O concurso contempla 29 categorias e teve 2.346 inscritos. A novidade do ano é presença das categorias História em Quadrinhos e Livro Brasileiro Publicado no Exterior. Os primeiros colocados de cada categoria receberão o troféu Jabuti e uma gratificação de R$ 3,5 mil. Quem ficar em segundo e em terceiro leva o troféu.

A cerimônia de entrega está agendada para o dia 30 de novembro, no Auditório do Ibirapuera. Neste dia, vão ser conhecidos o Livro do Ano – Ficção e o Livro do Ano – Não Ficção. Cada autor leva R$ 35 mil e uma estatueta. Os romancistas finalistas deste ano são: Bernardo Carvalho, Cristovão Tezza, Elvira Vigna, Eugen Weiss, J. P. Cuenca, Javier Arancibia Contreras, José Luiz Passos, Maria Valéria Rezende, Michel Laub e Silviano Santiago.

Confira a notícia no site oficial –→ https://goo.gl/yBicgs

 

No dia 17 de outubro, a secretaria estadual da cultura anunciou os cinco escritores que foram agraciados com V Prêmio Pernambuco de Literatura, em cerimônia que aconteceu no Palácio do Campo das Princesas, sede do governo. São cinco prêmios, no valor de R$ 5 mil, para cada vencedor, e mais R$ 15 mil destinado para a melhor obra entre as cinco finalistas. Em 2018, o valor total será de R$ 90 mil reais.

Ezter Liu recebeu o Grande Prêmio, com o livro de contos Das tripas coração. Walter Cavalcanti Costa, da Mata Norte, venceu com o romance O velocista. Fred Caju, do Recife, foi contemplado pelo livro de poemas Nada consta. De Nazaré da Mata, o prêmio revela Enoo Miranda, com o livro de poemas Fogo, fato. Amâncio Siqueira, de Garanhuns, venceu com o romance Absinto. Os autores terão suas obras inéditas editadas pela Cepe.

Veja mais neste link –→ https://goo.gl/RAozrX

O Prêmio Oceanos, antigo Portugal Telecom, anunciou no dia 17 de outubro os dez livros que passam para a etapa final desta edição. Dentre os finalistas, três portugueses (Helder Moura Pereira, Ana Teresa Pereira e Ana Margarida de Carvalho) nunca foram publicados no Brasil em livro e três brasileiros (Victor Heringer, Silviano Santiago e Elvira Vigna) nunca foram publicados em Portugal. “Estes dados mostram como o Oceanos contribui para promover o conhecimento recíproco entre as cenas literárias lusófonas e como o prêmio pode desempenhar um papel de radar da produção contemporânea”, explica nota no site oficial. O patrocinador do prêmio é o Itaú Cultural.

Veja lista dos finalistas na íntegra –→ https://goo.gl/NcQYFe

 

A quarta-feira, 25 de outubro, será especial para a literatura mato-grossense com a entrega do 2º Prêmio Mato Grosso de Literatura. O concurso é promovido pela Secretaria da Cultura (SEC-MT) e teve 89 inscrições este ano, sendo uma das principais vitrines para os escritores residentes no estado. As 10 obras literárias selecionadas são contempladas com R$ 30 mil cada, totalizando um investimento de R$ 300 mil.

Os vencedores da edição 2107 são: Afonso Henrique Rodrigues Alves, Alexandre Marcos Rolim de Moraes, Divanize Carbonieri, Fernando Gil Paiva Martins, Helena Werneck dos Santos, Luiz Renato Souza Pinto, Marcelo Leite Ferraz, Maria Cristina de Aguiar Campos, Teodorico Campos de Almeida Filho e Victor Hugo Machado dos Anjos.

Veja mais infos no site do governo estadual –→ https://goo.gl/YwzsDq

 

Já a Amazon promove a 2ª edição do Prêmio Kindle de Literatura, que está com inscrições abertas até 31 de outubro. O candidato poderá inscrever quantas obras desejar, desde que sejam inéditas – ou seja, que não tenham tido mais de 25% de seu conteúdo veiculado de maneira impressa ou digital. No total, cinco finalistas serão escolhidos.

A recompensa é um plano especial de marketing na Loja Kindle e a remuneração pelas vendas de exemplares em formato digital. Além disso, os escritores receberão passagem para participar da premiação que vai revelar o grande vencedor. A cerimônia está marcada para janeiro de 2018. Quem se destacar vai levar um prêmio de R$30 mil e terá a oportunidade de celebrar um contrato com a editora Nova Fronteira para a publicação impressa do título.

Veja mais aqui –→ https://goo.gl/AQNE9x

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Confira a programação cultural da décima edição

 

O Prêmio São Paulo de Literatura vai realizar encontros os 20 finalistas da décima edição. A programação cultural acontece nos dias 4 e 5 de novembro e serve de aquecimento para a cerimônia oficial, marcada para a segunda-feira, 6. Nestes bate-papos, os escritores veteranos e estreantes vão falar sobre as obras selecionadas, o processo criativo, as influências literárias e o cenário editorial do país. Os eventos serão na Biblioteca de São Paulo (BSP) e na Biblioteca Parque Villa-Lobos (BVL), ambos equipamentos da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e geridos pela SP Leituras. Têm a mediação da jornalista Adriana Couto, apresentadora do programa Metrópolis, da TV Cultura.

No dia 4 de novembro, será realizado a primeira conversa na BSP com os autores: Bernardo Carvalho (Simpatia pelo demônio), Flávio Izhaki (Tentativas de capturar o ar, Javier Arancibia Contreras (Soy loco por ti, América), Ricardo Lísias (A vista particular), Antonio Cestaro (Arco de virar réu), Priscila Gontijo (Peixe cego) e Robson Viturino (Do outro lado do rio). O encontro acontece às 11 horas.

No dia 5 de novembro, o bate-papo será na BVL com: Maria Valéria Rezende (Outros cantos), Franklin Carvalho (Céus e terra), Tina Correia (Essa menina: De Paris a Paripiranga), Alexandre Marques Rodrigues (Entropia), André Timm (Modos inacabados de morrer), Maurício de Almeida (A instrução da noite) e Raul Ruas (Em torno dos 26 anos: Quando predominam tons tristes, vaidosos e politicamente incorretos). O evento está agendado para às 11 horas.

Vale lembrar que o Prêmio São Paulo de Literatura tem seu impacto ampliado ao instituir uma programação cultural que promove encontros de escritores com seus leitores, com a imprensa e a crítica especializada, tornando-se um modelo quem vem sendo adotado por outras premiações literárias, inclusive pelos mais tradicionais.

Isso segue o principal objetivo da Secretaria da Cultura, que é estimular a produção e a divulgação literária brasileira com foco exclusivo no gênero romance, premiando anualmente autores e obras que se destacam pela qualidade e contribuição à literatura de nosso país. Paralelamente, é uma ação de estímulo aos novos talentos e de fortalecimento das políticas públicas do livro e da leitura no Estado de São Paulo.

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Veja quem são os finalistas da edição de 2018 do Prêmio São Paulo de Literatura

 

Conheça os finalistas do Prêmio São Paulo de Literatura 2018.  Confira a biografia dos autores —>

 

MELHOR LIVRO DO ANO

Ana Paula Maia – Assim na terra como embaixo da terra (Record)

Nasceu em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro em 1977. É escritora e roteirista. Possui sete romances publicados, destacando-se:  De gados e homens (Record, 2013), Assim na terra como embaixo da terra (Recorde, 2017) e Enterre seus mortos (Companhia das Letras, 2018). É também autora da trilogia A saga dos brutos, publicada pela Record, iniciada com as novelas Entre rinhas de cachorros e porcos abatidos e O trabalho sujo dos outros (publicadas em volume único, 2009) e concluída com o romance Carvão animal (2011). Tem livros publicados na Alemanha, Argentina, França, Itália, Estados Unidos, Espanha e Sérvia.

Carol Bensimon – O clube dos jardineiros de fumaça (Companhia das Letras)

 Nasceu em Porto Alegre, em 1982. Estreou como escritora com as narrativas de Pó de parede (Não Editora, 2008). Seu primeiro romance, Sinuca embaixo d’água (Companhia das Letras, 2009), foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura e do Jabuti. Publicou ainda pela Companhia das Letras, os romances Todos nós adorávamos caubóis (2013) e O clube dos jardineiros de fumaça (2017). Seus livros foram traduzidos na Espanha e na Argentina, e em breve serão lançados nos Estados Unidos e na Itália. É uma das integrantes da edição Os melhores jovens escritores brasileiros, publicada pela revista inglesa Granta. Atualmente, vive em Mendocino, Califórnia.

Evandro Affonso Ferreira –Nunca houve tanto fim como agora (Record)

 Nascido em Araxá, Minas Gerais, em 1945, vive em São Paulo. Contista e romancista, é autor de mais de uma dezena de romances. Entre eles, publicados pela Record, estão Minha mãe se matou sem dizer adeus (2010), que recebeu o Prêmio APCA de Melhor Romance, O mendigo que sabia de cor os adágios de Erasmo de Rotterdam (2012), que obteve o Jabuti de Melhor Romance, Não tive nenhum prazer em conhecê-los (2016), que ganhou o Prêmio  Bravo! de Melhor Romance e Nunca houve tanto fim como agora (1917), que recebeu o Prêmio APCA de Melhor Romance.

Heloisa Seixas – Agora e na hora (Companhia das Letras)

 Nasceu em 1952 no Rio de Janeiro, onde vive até hoje. Formada em jornalismo pela Universidade Federal Fluminense, trabalhou muitos anos na imprensa carioca e escreveu crônicas, contos, romances, obras infantojuvenis e peças de teatro. Foi quatro vezes finalista do Prêmio Jabuti, com os livros Pente de Vênus (Sulina,1995), A porta (Record, 1996), Pérolas absolutas (Record, 2003) e Oitavo selo: Quase romance (Cosac Naify, 2014), este último também finalista do Prêmio São Paulo de Literatura e semifinalista do Prêmio Oceanos.

Joca Reiners Terron – Noite dentro da noite (Companhia das Letras)

 O escritor nasceu em Cuiabá, no Mato Grosso, em 1968. Publicou livros de poemas e narrativas, além dos romances Não há nada lá (2001), Do fundo do poço se vê a lua (2010) e A tristeza extraordinária do leopardo-das-neves (2013), todos pela Companhia das Letras. Por este último, recebeu o Prêmio Machado de Assis da Biblioteca Nacional, em 2010. Traduziu obras de Enrique Vila-Matas, Richard Brautigan, Mario Levrero e Roberto Bolaño. Seu último livro é o romance Noite dentro da noite (Companhia das Letras, 2017). Escreve na Folha de S.Paulo desde 2004 e leciona na Pós-Graduação em Formação de Escritores do Instituto Vera Cruz.

Leonardo Brasiliense – Roupas sujas (Companhia das Letras)

 O escritor nasceu em São Gabriel, Rio Grande do Sul, em 1972. Formou-se em Medicina na Universidade Federal de Santa Maria e atualmente trabalha na Receita Federal. É autor, entre outros, dos livros O desejo da Psicanálise (Sulina, 1999), Whatever (Artes e Ofícios, 2009), Decapitados (Benvirá, 2014) e Roupas sujas (Companhia das Letras, 2017). Ganhou o Prêmio Jabuti por Adeus conto de fadas (7 Letras, 2006), na categoria juvenil, e por Três dúvidas (Companhia das Letras, 2010), na categoria contos e crônicas. Trabalha também com roteiro de cinema e TV e se dedica à fotografia desde 2010.

Marcelo Mirisola – Como se me fumasse (Editora 34)

O autor nasceu em São Paulo, em 1966. Publicou, entre outros, os livros O herói devolvido (Editora 34, 2000), Notas da arrebentação (Editora 34, 2005), Memórias da sauna finlandesa (Editora 34, 2009), Joana a contragosto (Record, 2005), O homem da quitinete de marfim (Record, 2007), Animais em extinção (Record, 2008), O Cristo empalado (Oito e Meio, 2013), Hosana na sarjeta (Editora 34, 2014), Paisagem sem reboco (Oito e Meio, 2015) e A vida não tem cura (Editora 34, 2016). O azul do filho morto (2002) e Bangalô (2003), ambos publicados no Brasil pela Editora 34, foram lançados em Portugal pela Cotovia, em 2016.

Márcia Barbieri – O enterro do lobo branco (Patuá)

A escritora nasceu em Indaiatuba, São Paulo, em 1979.  Formou-se em Letras pela Universidade Estadual Paulista e é mestra em Filosofia pela UNIFESP. Participou de várias antologias e tem textos nas principais revistas literárias brasileiras. É uma das idealizadoras do Coletivo Púcaro e do canal Pílulas contemporâneas. Publicou os livros de contos Anéis de Saturno (edição independente, 2009) e As mãos mirradas de Deus (Multifoco, 2011). Entre os romances figuram Mosaico de rancores (Terracota, 2016) lançado no Brasil e na Alemanha (Clandestino Publikationen), A Puta (Terracota, 2014) e O enterro do lobo branco (Patuá, 2017).

Micheliny Verunschk – O peso do coração de um homem (Patuá)

A autora é nascida em Recife, Pernambuco, em 1972. Pela editora Patuá, lançou O amor, esse obstáculo (2018), O peso do coração de um homem (2017), Aqui, no coração do inferno (2016) e nossa Teresa – vida e morte de uma santa suicida (2014), projeto que teve o patrocínio da Petrobras Cultural. Também é autora do livro Geografia íntima do deserto (Landy 2003) com o qual foi finalista, em 2004, ao prêmio Portugal Telecom. É Doutora em Comunicação e Semiótica e mestre em Literatura e Crítica Literária, ambos pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. O romance nossa Teresa – vida e morte de uma santa suicida – ganhou o Prêmio São Paulo de Literatura 2015 na categoria autor estreante acima de 40 anos e foi finalista do Prêmio Rio de Literatura 2015.

Milton Hatoum – A noite da espera (Companhia das Letras)

 O escritor nasceu em Manaus (AM), em 1952. Estudou arquitetura na USP e estreou na ficção com Relato de um certo Oriente (Companhia das Letras, 1989), vencedor do prêmio Jabuti de melhor romance. Sempre através da Companhia das Letras, lançou Dois irmãos (2000), adaptado para televisão, teatro e quadrinhos. Com Cinzas do Norte (2005), Hatoum ganhou os prêmios Jabuti, Portugal Telecom, Livro do Ano, Bravo! e APCA. Em 2006, lançou o livro de contos A cidade ilhada. Em 2008, seu romance Órfãos do Eldorado foi adaptado para o cinema, e em 2013 reuniu suas crônicas em Um solitário à espreita. Em 2017 recebeu do governo da França o título de Officier de l´Ordre des arts et des Lettres.  Com a publicação de A Noite da espera (2017), recebeu da União Brasileira de Escritores o Prêmio Juca Pato-Intelectual do Ano. Sua obra foi publicada em 14 países.

ESTREANTES +40

Carlos Eduardo Pereira – Enquanto os dentes (Todavia)

 O escritor nasceu na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, em 1973. Cursou História na Universidade Federal do Rio de Janeiro e foi professor e também servidor público. Em 2011, ele começou a publicar textos de cenas cotidianas num blog. No ano seguinte, matriculou-se no curso de Letras da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, na habilitação Formação do Escritor. Além disso, frequentou oficinas de escrita. Acaba de lançar, pela editora Todavia, Enquanto os dentes, seu romance de estreia.

Cinthia Kriemler – Todos os abismos convidam para um mergulho (Patuá)

Carioca, vive em Brasília. É romancista, contista, cronista e poeta. Graduada e pós-graduada em Comunicação Social e Relações Públicas pela Universidade de Brasília.  É autora, pela editora Patuá, dos livros Todos os abismos convidam para um mergulho (2017), Na escuridão não existe cor-de-rosa (2015), Sob os escombros (2014) e Do todo que me cerca (2012). É também autora do livro Para enfim me deitar na minha alma, projeto aprovado pelo Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (2010). Tem publicações em diversos periódicos impressos e virtuais, além de atuar como colunista na Revista Samizdat.

Cristiano Baldi – Correr com rinocerontes (Não Editora)

Nascido em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, é escritor e professor. Possui mestrado em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, onde cursa também o doutorado. Participou de diversas antologias e publicou, pela editora Livros do Mal, o volume de contos Ou clavículas (2002), que foi adaptado para o teatro. Correr com rinocerontes (Não Editora, 2017) é o seu primeiro romance.

Cristina Judar – Oito do sete (Reformatório)

Cristina Judar é escritora e jornalista, pós-graduada em Jornalismo Cultural pela FAAP. Nasceu em São Paulo, em 1971. É autora das HQs Lina (Editora Estação Liberdade) e Vermelho, Vivo (Devir Brasil), contempladas pelo ProAc de HQ em 2009 e em 2011, respectivamente. Com o livro de contos Roteiros para uma Vida Curta (Editora Reformatório), foi finalista e Menção Honrosa no Prêmio SESC de Literatura 2014. É coautora do livro-arte Luminescências e, em 2015, escreveu o projeto de prosa poética Questions For a Live Writing após ter sido selecionada para uma residência artística na Queen Mary University of London. É uma das editoras da revista de arte e cultura LGBT Reversa Magazine. Contemplado pelo ProAC de Literatura 2014, Oito do sete é o seu primeiro romance.

José Roberto Walker – Neve na manhã de São Paulo (Companhia das Letras)

É publicitário e produtor cultural, formado em História pela Universidade de São Paulo. Atualmente é diretor da Rádio e TV Cultura. Dirigiu a Cia. Brasileira de Ópera, a Orquestra Filarmônica Vera Cruz e várias edições do Festival de Inverno de Campos do Jordão. É produtor de espetáculos de música clássica e ópera, e foi responsável pela criação de inúmeros programas e documentários para o rádio e a televisão, bem como uma série sobre grandes músicos brasileiros, entre eles Eleazar de Carvalho, Isaac Karabtchevsky e João Carlos Martins. É coautor de livros sobre São Paulo, entre eles publicações sobre o Theatro São Pedro e a Sala São Paulo.  Neve na Manhã de São Paulo (Companhia das Letras, 2017) é seu primeiro romance.

Leonor Cione – O estigma de L. (Quelônio)

Nasceu em São Paulo, em 1957. Trabalhou como bióloga e relações públicas e há alguns anos se dedica apenas às palavras e às línguas – traduz, estuda literatura e escreve. Graduada em Biologia, fez pós-graduação em tradução de inglês na Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro e em formação de escritores no Instituto Vera Cruz. Publicou duas histórias para crianças: Tablet, tablet meu (Cuore, 2014) e Onde é o meu lugar? (Revista Carta Fundamental). Alguns de seus contos foram publicados nas coletâneas Colar de oito voltas (Carapaça Edições) e Mulherio das Letras (Mariposa Cartonera). Como integrante do Coletivo Literatura Clandestina, está presente na obra Verdades de uma escritora (Lamparina Luminosa).

ESTREANTES -40

Aline Bei – O peso do pássaro morto (Editora Nós)

Aline Bei nasceu em São Paulo, em 1987. É formada em Letras pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e em Artes Cênicas pelo Teatro Escola Célia-Helena. É colunista do site cultural Livre Opinião – Ideias em Debate e foi escritora convidada na Printemps Littéraire Brésilien, um encontro anual europeu de promoção e divulgação da cultura e da literatura lusófonas, na Sorbonne Université, França, em 2018. O peso do pássaro morto (Editora Nós, 2017), finalista do prêmio Rio de Literatura, é o seu primeiro livro.

José Almeida Júnior – Última hora (Record)

José Almeida Júnior é nascido em Mossoró, Rio Grande do Norte. É formado em Direito pela Universidade do estado do Rio Grande do Norte, com pós-graduação em Direto Processual e em Direito Civil. Há uma década reside em Brasília, onde exerce o cargo de Defensor Público do Distrito Federal. O autor foi vencedor do Prêmio Sesc de Literatura de 2017 com o romance Última Hora (Record, 2017).

Mauro Paz – Entre lembrar e esquecer (Patuá)

Nascido em Porto Alegre, em 1981, mora em São Paulo desde 2009. É escritor, publicitário e cineasta. Formado em Letras, também cursou a Oficina de Escrita Criativa de Luiz Antonio de Assis Brasil. É autor dos livros de contos Por Razões Desconhecidas (IELRS, 2010), São Paulo – CidadExpressa (Patuá, 2014) e do romance Entre Lembrar e Esquecer (Patuá, 2017). Para web, desenvolveu projetos de literatura como os #Instacontos (2015). No cinema, assina os roteiros dos curtas Parceiros (2014), Desencanto (2018) e A Primeira Vez de Ana Katamura (2018), o qual também dirigiu. Atualmente, trabalha no desenvolvimento do longa-metragem O Caderno Proibido de Minha Mãe e do romance Quando os Prédios Começaram a Cair.

Tiago Feijó – Diário da casa arruinada (Penalux)

Tiago Feijó nasceu em Fortaleza, em maio de 1983 e cresceu em Guaratinguetá, interior paulista. Formou-se em Letras Clássicas pela Universidade Estadual Paulista. Venceu o Prêmio Ideal Clube de Literatura 2014. É autor do livro de contos Insolitudes (7letras, 2015) e do romance Diário da casa arruinada (Penalux, 2017), este último finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2018. Tem textos publicados em diversas revistas e blogs de literatura.

 

 

 

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