Júri Final

Post atualizado em 12 de setembro de 2017.

Alcir Pécora
É professor de Teoria Literária da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e membro da Accademia Ambrosiana de Milão. Entre outras obras, escreveu Teatro do sacramento (1994), Máquina de gêneros (2001) e Rudimentos da vida coletiva (2002). É organizador de A arte de morrer (1994), Escritos históricos e políticos do Padre Vieira (1995), Sermões I e II (2000-2001); As excelências do governador (2002); Lembranças do presente (2006); Índice das coisas mais notáveis (2010); Por que ler Hilda Hilst (2010). Editou as obras reunidas de Hilda Hilst e de Roberto Piva e prepara a edição das obras teatrais completas de Plínio Marcos.
Alonso Alvarez
É editor da Ficções Editora e Assessor Gabinete para o Livro e a Leitura na Secretaria de Cultura da Cidade de São Paulo. Em 1985, fundou a antiga livraria Artepaubrasil. Sob esse selo, editou autores como César Vallejo, Nicolás Guillén, Fernando Pessoa, Jorge Luis Borges, Augusto de Campos, Manoel de Barros, Paulo Leminski, entre outros. Com a coleção ptyx, em 1991, ganhou o Prêmio Jabuti de Melhor Produção Editorial e o Prêmio Classic de Artes Gráficas. Publicou o livro Hé-Haikais, com Camila Jabur. Ilustrou o livro infantil A lua no cinema, de Paulo Leminski. Venceu o II e o III Encontro Brasileiro de Haicai, 1987 e 1988, da Aliança Cultural Brasil-Japão. Em 2005, lançou o livro juvenil O encanto da Lua Nova, selecionado pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) para participar da 43rd Bologna Children’s Book Fair 2006. Em 2010, lançou o infantil A paixão de A e Z – Uma história de amor no alfabeto. Em 2012, estreou no teatro com a peça A saga da Bruxa Morgana e a Família Real. Lançou o livro infantil Era uma vez duas linhas, finalista no 55º Prêmio Jabuti 2013 e o juvenil As horas claras, Prêmio ProAC 2011. Em 2013, lançou os livros infantis: Estrelas maduras e Dia Noite – Haikais, com Camila Jabur. Em 2014, lançou o livro juvenil O elefante entalado. Em 2016, criou o Passeio Literário ao Redor do Bairro. Em 2017, vai lançar o livro infantil O pequeno gênio e o juvenil A 1002ª manhã.
Cintia Alves
Mestranda em Pedagogia do teatro pela Universidade de São Paulo (USP) e bacharel em direção teatral pela USP. Pedagoga, pós-graduada em Jogos cooperativos e pesquisadora de acessibilidade estética. Coordenadora do coletivo GRÃO e idealizadora dos Projetos de acessibilidade estética Coisolândia, FEIO e Cinema Acessível. Fundou e coordenou o Laboratório de dramaturgia do Teatro Safra (2014/2015). Jurada do Prêmio Jabuti na categoria Juvenil em 2013. Autora e diretora de teatro para crianças tendo em seu currículo premiações como: Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem 2016 (FEIO); APCA de Melhor espetáculo de Inclusão e Acessibilidade em 2016 (FEIO) e de Melhor Direção em 1995 (Pedro Paulo Pedregulho); Troféu Mambembe de Melhor Texto e Espetáculo em 1996 (Uma história que a manhã contou ao tempo para ganhar a rosa azul); Prêmio Coca-Cola de Melhor Texto em 1998 (Moby Dick) e Cultura Inglesa Festival em 2012 (Fora do bumbo – O musical). É autora do livro Poemas e outros bichos (2017).
Flavio Cafiero
Nasceu no Rio de Janeiro em 1971 e mora em São Paulo desde 1994. Com formação publicitária, trocou a carreira de executivo pela de escritor aos 35 anos. Em 2013, venceu o Prêmio Off-Flip de Literatura na categoria conto e publicou seu primeiro texto na coletânea 336 horas, organizada por Noemi Jaffe. No mesmo ano, publicou o primeiro romance, O frio aqui fora, livro finalista dos prêmios Jabuti e São Paulo de Literatura. Em 2014, estreou como dramaturgo profissional com a peça Antes de mais nada, dirigida por Zé Henrique de Paula, e lançou mais dois livros: a antologia de contos Dez centímetros acima do chão, contemplada com os prêmios Jabuti e Cidade de Belo Horizonte e finalista do Prêmio Oceanos, e a novela O capricórnio se aproxima, exclusivamente em formato digital. Em 2016, foi contemplado com a bolsa Criar Lusofonia, concedida pelo Conselho Nacional de Cultura de Portugal, vivendo quatro meses em Lisboa para criação de um novo romance. Em 2017, retorna à dramaturgia no espetáculo O quarto estado da água, dirigida por Bia Szvat.
Leyla Perrone-Moisés
É professora da Universidade de São Paulo (USP). Lecionou literatura francesa na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC) de 1967 a 1972, na USP (de 1970 a 1988) e ainda orienta doutorados na USP. Ministrou cursos de teoria literária, de literatura francesa, portuguesa e brasileira em várias universidades estrangeiras: Université de Montréal, Yale University, Université de la Sorbonne (Paris III) e École Pratique des Hautes Études. Coordenou o Núcleo de Pesquisa Brasil-França, do Instituto de Estudos Avançados da USP de 1988 a 2010. Publicou numerosos livros, dentre os quais: O novo romance francês (1966); Falência da crítica. Um caso limite: Lautréamont (1973); Texto, crítica, escritura (1978-2005); Fernando Pessoa. Aquém do eu, além do outro (1982- 2001); Flores da escrivaninha (1990); Altas literaturas (1998); Vira e mexe, nacionalismo (2007); Com Roland Barthes (2013); Pessoa, le sujet éclaté (2013); Mutações da literatura no século XXI (2016). Em 2013, recebeu o Prêmio de Crítica Literária da Fundação Bunge pelo conjunto da obra.

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Leia a publicação no Diário Oficial do dia 2 de agosto de 2017.
Leia a publicação no Diário Oficial do dia 12 de setembro de 2017.