MELHOR ROMANCE DE FICÇÃO DO ANO

Alberto Mussa – A Biblioteca Elementar
(Editora Record)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ana Paula Maia – Enterre Seus Mortos –
(Companhia das Letras)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

André de Leones – Eufrates  
(Editora Padrão)

Carola Saavedra – Com armas sonolentas
(
Cia das Letras | Schwarcz)

Cristóvão Tezza –
A tirania do amor (Todavia)

Flavio Cafiero –
Espera passar o avião (Todavia)

Ignácio de Loyola Brandão – Desta terra nada
vai sobrar, a
não  ser o vento que sopra sobre ela (Global)

Martha Batalha – Nunca houve um castelo
(Cia das Letras | Schwarcz)

Maurício Lyrio – O imortal
(Cia das Letras | Schwarcz)

Ronaldo Correia de Brito – Dora sem véu
(Alfaguara | Schwarcz)

 


MELHOR ROMANCE DE FICÇÃO DE ESTREIA DO ANO

Daniela Stoll – Do lado de dentro do mar
(Editora Patuá)

Deborah Dornellas – Por cima do mar
(Editora Patuá)

Érico Nogueira – Contra um bicho da terra tão
pequeno
(Editora Filocalia)

Fred Di Giacomo – Desamparo
(Editora Reformatório)

Giovana Madalosso – Tudo pode ser roubado
(Editora Todavia)

Gustavo Linhares – O infeliz das Costa Oca
(Editora Patuá)

Juliana Leite – Entre as mãos
(Editora Record)

Tiago Ferro – O pai da menina morta
(Editora Todavia)

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MELHOR ROMANCE DE FICÇÃO

Ana Paula Maia
Enterre Seus Mortos 
Companhia das Letras

Edgar Wilson é “um homem simples que executa tarefas”. Trabalha no órgão responsável por recolher animais mortos em estradas e levá-los para um depósito onde são triturados num grande moedor. Seu colega de profissão, Tomás, é um ex-padre excomungado pela Igreja Católica que distribui extrema unção aos moribundos vítimas de acidentes fatais que cruzam seu caminho.

— Ana Paula Maia nasceu no Rio de Janeiro. É autora de sete romances, entre eles Carvão animal, De gado e homens e Assim na terra como embaixo da terra. Tem contos publicados em diversas antologias, entre elas 25 Mulheres que estão fazendo a nova literatura brasileira (Record, 2004) e Sex´n´Bossa (Mondadori, Itália, 2005).

 

 

 

MELHOR ROMANCE FICÇÃO ESTREANTE

Tiago Ferro
O Pai Da Menina Morta 
Todavia

A obra  é uma ficção sobre os reflexos da morte de uma menina de 8 anos na vida do pai. Gestado a partir de uma tragédia experimentada pelo autor em 2016, o livro não se restringe ao inventário doloroso dessa perda indizível, mas amplia o campo da escrita do luto a partir do manejo consciente e irônico de temas como autoimagem, sexualidade, humor, confissão, memória e fabulação.

— Tiago Ferro nasceu em São Paulo em 1976. Escritor e editor, é um dos fundadores da e-galáxia e da revista Peixe-Elétrico. Escreve ensaios sobre cultura para as revistas Piauí, Cult e para o Suplemento Pernambuco. O pai da menina morta é seu primeiro romance.

 

 

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MELHOR ROMANCE DE FICÇÃO DE 2019

Ana Paula Maia
Enterre Seus Mortos 
Companhia das Letras

Edgar Wilson é “um homem simples que executa tarefas”. Trabalha no órgão responsável por recolher animais mortos em estradas e levá-los para um depósito onde são triturados num grande moedor. Seu colega de profissão, Tomás, é um ex-padre excomungado pela Igreja Católica que distribui extrema unção aos moribundos vítimas de acidentes fatais que cruzam seu caminho.
— Ana Paula Maia nasceu no Rio de Janeiro. É autora de sete romances, entre eles Carvão animal, De gado e homens e Assim na terra como embaixo da terra. Tem contos publicados em diversas antologias, entre elas 25 Mulheres que estão fazendo a nova literatura brasileira (Record, 2004) e Sex´n´Bossa (Mondadori, Itália, 2005).

MELHOR ROMANCE FICÇÃO ESTREANTE

Tiago Ferro
O Pai Da Menina Morta 
Todavia

A obra  é uma ficção sobre os reflexos da morte de uma menina de 8 anos na vida do pai. Gestado a partir de uma tragédia experimentada pelo autor em 2016, o livro não se restringe ao inventário doloroso dessa perda indizível, mas amplia o campo da escrita do luto a partir do manejo consciente e irônico de temas como autoimagem, sexualidade, humor, confissão, memória e fabulação.
— Tiago Ferro nasceu em São Paulo em 1976. Escritor e editor, é um dos fundadores da e-galáxia e da revista Peixe-Elétrico. Escreve ensaios sobre cultura para as revistas Piauí, Cult e para o Suplemento Pernambuco. O pai da menina morta é seu primeiro romance.


FINALISTAS

MELHOR ROMANCE DE FICÇÃO DO ANO

Alberto Mussa – A biblioteca elementar (Record);
Ana Paula Maia – Enterre seus mortos (Cia das Letras | Schwarcz);
André de Leones – Eufrates (José Olympio);
Carola Saavedra – Com armas sonolentas (Cia das Letras | Schwarcz);
Cristóvão Tezza – A tirania do amor (Todavia);
Flavio Cafiero – Espera passar o avião (Todavia);
Ignácio de Loyola Brandão – Desta terra nada vai sobrar, a não ser o vento que sopra sobre ela (Global);
Martha Batalha – Nunca houve um castelo (Cia das Letras | Schwarcz);
Maurício Lyrio – O imortal (Cia das Letras | Schwarcz);
Ronaldo Correia de Brito – Dora sem véu (Alfaguara | Schwarcz);

MELHOR ROMANCE DE FICÇÃO DE ESTREIA DO ANO

Daniela Stoll – Do lado de dentro do mar (Patuá);
Deborah Dornellas – Por cima do mar (Patuá);
Érico Nogueira – Contra um bicho da terra tão pequeno (Filocalia);
Fred Di Giacomo – Desamparo (Reformatório);
Giovana Madalosso – Tudo pode ser roubado (Todavia);
Gustavo Linhares – O infeliz das Costa Oca (Patuá);
Juliana Leite – Entre as mãos (Record);
Luciana Annunziata – Os cadernos do desencontro de Antônio Guerra (Quelônio);
Paulo Schmidt – Anjo negro (Cepe);
Tiago Ferro – O pai da menina morta (Todavia);


CURADORIA E JÚRI

CURADORES

Anna Maria Martins;
Joselia Bastos de Aguiar;
Maria Cecília Closs Scharlach;
Martim Vasques da Cunha de Eça e Almeida;

JÚRI

Daniel de Mesquita Benevides;
Dionisius Amêndola;
Fábio Silvestre Cardoso;
Fernanda Rodrigues de Miranda;
Isabel Lopes Coelho;
José Fernando Mafra Carbonieri;
Juliana Pasquarelli Perez;
Mariana Ianelli Aquino;
Regina Helena Pires de Brito;
Ricardo de Medeiros Ramos Filho;

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