Finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2016 lança romance

Alex Sens lançou, este mês, o romance “A silenciosa inclinação das águas”, pela Autêntica Editora. A obra dá continuidade ao drama retratado em “O frágil toque dos mutilados”, vencedor do Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura 2012 na categoria Jovem Escritor e com o qual Alex foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura de 2016 na categoria Melhor Livro de Romance do Ano – Autor Estreante com até 40 anos.

Em “A silenciosa inclinação das águas”, ⁠Orlando, Tomas, Muriel, Alister, Herbert e Magnólia retornam – sete anos após os conturbados eventos de “O frágil toque dos mutilados”. Magnólia está ainda mais afastada do irmão e enfrenta uma crise em seu casamento quando uma tragédia reúne todos numa inesperada e transformadora viagem para a Noruega. Lá, em busca de um deslocamento não somente físico, mas também emocional, cada membro dessa família se descama lentamente para encarar seus maiores terrores e suas mais íntimas dores. Nessa trajetória de reconstrução de suas próprias identidades, agora tomadas pelo luto, eles buscam compreender seus relacionamentos e as experiências vividas nos últimos anos.

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Conheça a história e detalhes sobre o Prêmio São Paulo de Literatura

RECONHECIMENTO INTERNACIONAL CONQUISTADO EM MAIS DE UMA DÉCADA
DE PROTAGONISMO NO CENÁRIO DA LITERATURA BRASILEIRA

O Prêmio São Paulo de Literatura foi lançado em 2008, integrando uma série de projetos implementados pela então Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, hoje, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.

O concurso seleciona anualmente os melhores livros de ficção, no gênero romance, escritos em língua portuguesa, originalmente editados e publicados no Brasil. Este ano serão concedidos dois prêmios: Prêmio São Paulo de Literatura de Melhor Romance de Ficção do Ano de 2018 e Prêmio São Paulo de Literatura de Melhor Romance de Ficção de Estreia do Ano de 2018.

As inscrições são gratuitas e abertas a autores lusófonos e editoras brasileiras, podendo concorrer obras editadas e comercializadas entre 1º de janeiro e 31 de dezembro do ano anterior. A seleção é coordenada por um Conselho Curador, que acompanha o concurso em todas as suas etapas e seleciona o Júri.

Os jurados são profissionais com reconhecida experiência e conhecimento na área de literatura, oportunamente nomeados pelo Secretário de Cultura e Economia Criativa. Esta composição é fundamental para contemplar todos os segmentos que se entrelaçam no processo produtivo do livro, desde a concepção da obra literária até o seu consumo e fruição pelo público leitor.

O principal objetivo da Secretaria de Cultura e Economia Criativa é estimular a produção e a divulgação literária brasileira com foco exclusivo no gênero romance, premiando anualmente autores e obras que se destacam pela qualidade e contribuição à literatura de nosso país. Paralelamente, é uma ação de estímulo aos novos talentos e de fortalecimento das políticas públicas do livro e da leitura no Estado de São Paulo.

O prêmio teve seu impacto ampliado ao instituir pioneiramente uma programação cultural que promove encontros de escritores com seus leitores, com a imprensa e a crítica especializada, tornando-se um exemplo seguido por outras premiações literárias, inclusive pelos mais tradicionais.

Reconhecido internacionalmente como um difusor credenciado da literatura brasileira contemporânea, o prêmio está consolidado internamente como um dos mais importantes do país, tendo se tornado uma referência tanto no circuito literário como para instituições, agentes e organizações do mercado editorial.

O valor pago anualmente é o mais alto do Brasil: R$ 400 mil, dos quais R$ 200 mil pelo prêmio Melhor Romance de Ficção do Ano e R$ 200 mil pelo Prêmio Melhor Romance de Estreia do Ano.

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Vencedora do Prêmio São Paulo de Literatura está entre semifinalistas do Oceanos

Ana Paula Maia, vencedora do Prêmio São Paulo de Literatura, é uma das semifinalistas da premiação Oceanos  A escritora concorre com o livro “Enterre seus mortos”. São, ao todo, obras de 23 editoras brasileiras, 12 de Portugal e uma de Angola. Constam da lista, entre outros, Luiz Ruffato com “A cidade dorme”, Cristovão Tezza com “A tirania do amor” . Os finalistas serão conhecidos em novembro. Saiba mais em https://www.itaucultural.org.br/oceanos/2019/etapa-em-andamento

Você, escritor, já se inscreveu no Prêmio São Paulo de Literatura? O prazo termina em 15 de agosto!

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Maria Valéria Rezende encontra PerifaCon no Seminário Internacional Biblioteca Viva

Vencedora do Prêmio São Paulo de Literatura, Maria Valéria Rezende, do Mulherio das Letras, esteve ao lado das criadoras do PerifaCon, Andreza Delgado e Gabrielly Oliveira, na mesa-redonda Vozes da Diversidade, mediada pela jornalista e escritora Bianca Santana, durante o Seminário Internacional Biblioteca Viva, realizado esta semana em São Paulo. As experiências das três geraram muitas reflexões na plateia que acompanhou e aplaudiu a Trilha da Inovação.

Maria Valéria deu início à conversa com uma provocação sobre uma frase que é costume repetir: brasileiro não lê. Para a premiada escritora, sua experiência no sertão do Nordeste indica o contrário. Ela contou que deparou-se, em uma feira de rua, com literatura de cordel exposta ao lado de sacos de feijão. Sobre o Mulherio das Letras, Maria Valéria destaca que tudo teve início como um movimento natural de mulheres escritoras que perceberam a necessidade de se reunir. A ideia começou a tomar forma durante uma Flip, em Paraty, tornou-se um grupo no Facebook, contou com um primeiro encontro no Recife com 500 pessoas e daí só foi crescer. Hoje, a iniciativa reúne 6.400 e já ultrapassou os limites do país, chegando até Portugal.

Gabrielly e Andreza, da PerifaCon, compartilham com Maria Valéria, a experiência de terem começado pelo fim, digamos assim, em seus projetos. A dupla, que comandou a convenção da periferia de São Paulo que se espelha na Comic Con, também deu início ao projeto com a mão na massa e, depois, formatou, buscou patrocínio etc. O evento reuniu, em março, cerca de 7 mil pessoas na Fábrica de Cultura do Capão Redondo, que contou com programação intensa distribuída pelo espaço. Entre as ações, houve encontros com desenvolvedores de videogames, palestras, salas de jogos, mesas de autógrafos etc. Existe nerd de periferia, sim, e é preciso alimentar quem tem fome de ler, de aprender e criar, salientou a dupla.

Valorizar a troca e acreditar no potencial de cada um de nós. Essas foram algumas das mensagens deixadas pelas mulheres da mesa-redonda Vozes da Diversidade.

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