Confira a programação cultural de 2017

O Prêmio São Paulo de Literatura vai realizar encontros com 16 dos 20 finalistas da décima edição. A programação cultural acontece nos dias 4 e 5 de novembro e serve de aquecimento para a cerimônia oficial, marcada para a segunda-feira, 6. Nestes bate-papos, os escritores veteranos e estreantes vão falar sobre as obras selecionadas, o processo criativo, as influências literárias e o cenário editorial do país. Os eventos serão na Biblioteca de São Paulo (BSP) e na Biblioteca Parque Villa-Lobos (BVL), ambos equipamentos da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e geridos pela SP Leituras. Têm a mediação da jornalista Adriana Couto, apresentadora do programa Metrópolis, da TV Cultura.

No dia 4 de novembro, será realizado a primeira conversa na BSP com os autores: Bernardo Carvalho (Simpatia pelo demônio), Flávio Izhaki (Tentativas de capturar o ar, Javier Arancibia Contreras (Soy loco por ti, América), Michel Laub (O tribunal da quinta-feira), Ricardo Lísias (A vista particular), Antonio Cestaro (Arco de virar réu), Priscila Gontijo (Peixe cego) e Robson Viturino (Do outro lado do rio). O encontro acontece às 11 horas.

No dia 5 de novembro, o bate-papo será na BVL com: Maria Valéria Rezende (Outros cantos), Miguel Sanches Neto (A bíblia do Che), Franklin Carvalho (Céus e terra), Tina Correia (Essa menina: De Paris a Paripiranga), Alexandre Marques Rodrigues (Entropia), André Timm (Modos inacabados de morrer), Maurício de Almeida (A instrução da noite) e Raul Ruas (Em torno dos 26 anos: Quando predominam tons tristes, vaidosos e politicamente incorretos). O evento está agendado para às 11 horas.

Vale lembrar que o Prêmio São Paulo de Literatura tem seu impacto ampliado ao instituir uma programação cultural que promove encontros de escritores com seus leitores, com a imprensa e a crítica especializada, tornando-se um modelo quem vem sendo adotado por outras premiações literárias, inclusive pelos mais tradicionais.

Isso segue o principal objetivo da Secretaria da Cultura, que é estimular a produção e a divulgação literária brasileira com foco exclusivo no gênero romance, premiando anualmente autores e obras que se destacam pela qualidade e contribuição à literatura de nosso país. Paralelamente, é uma ação de estímulo aos novos talentos e de fortalecimento das políticas públicas do livro e da leitura no Estado de São Paulo.

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Prêmio Oceanos 2017 anuncia os livros semifinalistas

A organização do Oceanos – Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa, antigo Portugal Telecom, divulgou nesta terça-feira (12) os 51 livros finalistas da edição 2017 da disputa. Dos classificados, há 31 obras de autores brasileiros , 19 de autores portugueses e uma de autor angolano.

Em 2017, houve uma mudança no regulamento. Antes, podiam concorrer apenas livros em língua portuguesa (nos gêneros Poesia, Romance, Conto, Crônica e Dramaturgia) publicados em primeira edição no Brasil no ano anterior à disputa. Agora, puderam se inscrever obras publicadas em primeira edição em 2016 não só no Brasil, mas em todos os países lusófonos e não lusófonos, desde que escritas e editadas em português.

Ao todo, foram 1215 livros inscritos, editados nos seguintes países: Brasil (1031), Portugal (176), Angola (1), Moçambique (2), Cabo Verde (2), Espanha (2) e Quênia (1).

Via G1. Veja mais no site oficial.

 

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Conheça a biografia dos finalistas da décima edição

Nesta sexta-feira, 1 de setembro, o Prêmio São Paulo de Literatura anunciou os finalistas da décima edição.  São 20 obras selecionadas e a premiação, destinada a romances publicados em 2016, oferece, no total, R$ 400 mil aos vencedores. Confira a biografia dos autores —>

 

MELHOR LIVRO DE ROMANCE DO ANO

 

Bernardo Carvalho_Simpatia pelo Demônio

Bernardo Carvalho – Simpatia pelo demônio (Companhia das Letras)

Nasceu no Rio de Janeiro, em 1960. Estreou com Aberração (1993) e desde então tem se destacado como um dos mais importantes ficcionistas contemporâneos brasileiros, traduzido para diversos idiomas. Foi editor do suplemento de ensaios Folhetim e correspondente da Folha de S. Paulo em Paris e Nova York. Sua obra Mongólia ganhou o Prêmio Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) 2003, bem como o Jabuti 2004, ambos na categoria romance. Em 2003, dividiu com Dalton Trevisan, o Prêmio Portugal Telecom de Literatura Brasileira, com o romance Nove Noites. Foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura em 2008, com O sol se põe em São Paulo; em 2010, por O filho da mãe, e em 2014, por Reprodução.

 

Flávio Izhaki – Tentativas de capturar o ar (Rocco)

Nasceu no Rio de Janeiro em 1979. É autor dos romances De cabeça baixa (2008) e Amanhã não tem ninguém (2013), eleito pelos jornais O Globo e Estado de S. Paulo como um dos melhores romances brasileiros do ano e semifinalista do Prêmio Portugal Telecom em 2014. Como contista, já participou de oito antologias, entre elas Prosas cariocas (2004), Primos: histórias da herança árabe e judaica (2010) e Wir sind bereit (2013), lançada em alemão por ocasião da Feira de Frankfurt.

 

Javier Arancibia Contreras – Soy loco por ti, América (Companhia das Letras)

O autor nasceu em 1976 em Salvador, após sua família migrar do Chile durante o período de ditadura militar e viveu a adolescência em Santos. Foi repórter policial, trabalhou como livreiro e escreveu roteiros de cinema. Estreou com o livro-reportagem Plínio Marcos: A crônica dos que não têm voz, publicado em 2002, em parceria com Fred Maia e Vinicius Pinheiro. Na sequência, lançou Imóbile, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura de 2009. Seu segundo romance, O dia em que eu deveria ter morrido, foi contemplado pelo Programa de Ação Cultural (ProAC) e publicado em 2010. Em 2012, foi escolhido pela revista Granta como um dos vinte melhores jovens escritores brasileiros. Soy loco por ti, América, lançado em 2016, fala da ferocidade histórica da América Latina, um romance que mescla a tragédia pessoal e a comédia política.

 

José Luiz Passos – O marechal de costas (Alfaguara)

José Luiz Passos nasceu em Catende, Pernambuco, em 1971. Formado em sociologia, doutorou-se em letras pela Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA). Lecionou na Universidade de Berkeley por nove anos e dirigiu o Centro de Estudos Brasileiros da UCLA, onde é professor titular de literaturas brasileira e portuguesa. É autor dos ensaios Ruínas de linhas puras (1998) e Machado de Assis, o romance com pessoas (2007). Publicou em 2009 seu primeiro romance, Nosso grão mais fino, selecionado para o prêmio Zaffari & Bourbon de Literatura. Com Sonâmbulo amador foi o vencedor na categoria romance do 2º Prêmio Brasília de Literatura em 2013 e finalista do Prêmio São Paulo de Literatura no mesmo ano. É autor de teatro e de contos publicados no Brasil e no exterior.

 

Maria Valéria Rezende – Outros cantos (Alfaguara)

Maria Valéria Rezende nasceu em 1942, em Santos, onde morou até os 18 anos. Em 1965 entrou para a Congregação de Nossa Senhora Cônegas de Santo Agostinho. Sempre se dedicou à educação popular, nas regiões de periferia e no meio rural. Desde 1986, mora em João Pessoa. Estreou na ficção em 2001, com a coletânea de contos Vasto mundo. Depois, dedicou-se a literatura infantojuvenil, escrevendo diversos títulos. Em 2005, publicou o elogiado romance O voo da guará vermelha e um ano depois, o livro de contos Modo de apanhar pássaros à mão. Em 2015, ganhou o prêmio Jabuti com o romance Quarenta dias. Seu mais recente lançamento, Outros cantos, foi vencedor da 58ª edição do Prêmio Casa de las Américas na categoria Literatura Brasileira em 2017.

 

Michel Laub – O tribunal da quinta-feira (Companhia das Letras)

Nasceu em Porto Alegre, em 1973, e vive em São Paulo. Escritor e jornalista, publicou sete romances. Entre eles estão Diário da queda (2011), que teve direitos vendidos para o cinema. Seus livros saíram em 13 países e 10 idiomas. Recebeu os prêmios JQ – Wingate (Inglaterra, 2015), Transfuge (França, 2014), Jabuti (segundo lugar, 2014) e outras distinções literárias no Brasil. Também foi finalista do Dublin International Literary Award (Irlanda, 2016) e do Prêmio São Paulo de Literatura em 2012, por Diário da queda, e em 2014, por A maçã envenenada.

 

Miguel Sanches Neto – A bíblia do Che (Companhia das Letras)

Nasceu em 1965, em Bela Vista do Paraíso, no norte do Paraná. Em 1969, mudou-se para Peabiru, onde passou a infância. Doutor em letras pela Unicamp, é autor de romances como Chove sobre minha infância (2000), Um amor anarquista (2005) e A primeira mulher (2008), e do livro de contos Hóspede secreto, com o qual recebeu o Prêmio Cruz e Sousa em 2002. Venceu também o prêmio Binacional das Artes e da Cultura Brasil-Argentina em 2005. Foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura com o Chá das cinco com o vampiro, em 2011 e A máquina de madeira, em 2013. Mora em Ponta Grossa, Paraná, onde é professor universitário.

 

Ricardo Lísias – A vista particular (Alfaguara)

Ricardo Lísias nasceu em 1975, em São Paulo. Paulistano, estreou na literatura em 1999, com o romance Cobertor de estrelas, que escreveu enquanto cursava Letras na Unicamp. Em 2007, lançou Duas praças, obra vencedora do Prêmio Portugal Telecom. Foi finalista do Prêmio Jabuti em 2008 com Anna O. e outras novelas. Em 2010, foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura com O livro dos mandarins, e em 2013, com o Céu dos suicidas. Este romance foi vencedor do prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). Publicou também Divórcio (2013), Concentração e outros contos (2015), Inquérito policial (2016) e Diário da cadeia (2017). Seus livros estão traduzidos para o inglês, francês, espanhol, galego, alemão, japonês e hebraico. É doutor em Teoria e Crítica Literária pela USP.

Silviano Santiago – Machado (Companhia das Letras)

Silviano Santiago nasceu em Formiga, Minas Gerais, em 1936, e mora no Rio de Janeiro. É escritor, crítico literário e professor emérito da Universidade Federal Fluminense (UFF). Sua vasta obra inclui romances, contos, ensaios literários e culturais. Entre os livros de ficção destacam-se: Em liberdade (1981), que ganhou o prêmio Jabuti de romance, Stella Manhattan (1985), e Heranças (2008), que ganhou o prêmio Academia Brasileira de Letras de melhor romance. Recebeu o prêmio para conjunto de obra, concedido pelo Governo do Estado de Minas Gerais, o prêmio Machado de Assis, outorgado pela Academia Brasileira de Letras, e, em 2014, o prestigioso prêmio ibero-americano de literatura José Donoso, concedido pelo Chile. Silviano Santiago foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura em 2009, com Heranças, e em 2015 com Mil rosas roubadas, obra vencedora do prêmio Oceanos de 2015.

 

Victor Heringer – O amor dos homens avulsos (Companhia das Letras)

Victor Heringer nasceu em 1988 na capital fluminense. É prosador, poeta e ensaísta e escreve uma coluna quinzenal na Revista Pessoa chamada Milímetros. Em 2012, publicou seu primeiro romance, Glória, com o qual ganhou o prêmio Jabuti em 2013. Lançou também a coletânea de poemas Automatógrafo (2011), o livro de contos Lígia (2014) e a plaquete de fotos O escritor Victor Heringer (2015).

 

MELHOR LIVRO DE ROMANCE DO ANO – AUTOR ESTREANTE COM MAIS DE 40 ANOS

 

Antonio Cestaro – Arco de virar réu (Tordesilhas | Alaúde)

Nasceu em 1965, em Maringá, no Paraná. É editor, fundador do selo Tordesilhas, dedicado a literatura. Em 2012, estreou como escritor com a coletânea de crônicas Uma porta para um quarto escuro, que ganhou o prêmio Jabuti na categoria Projeto Gráfico. Em 2013, publicou seu segundo livro de crônicas, As artimanhas do Napoleão e outras batalhas cotidianas. Arco de virar réu é seu primeiro romance.

 

Franklin Carvalho – Céus e terra (Record)

O baiano Franklin Carvalho se formou em jornalismo e enveredou pela carreira acadêmica. Céus e terra foi vencedor do Prêmio Sesc de Literatura de 2016 na categoria Romance e é resultado de suas pesquisas sobre a morte para o mestrado em antropologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Seus outros dois livros, Câmara e cadeia e O encourado, ambos lançados em 2009, apresentam temas como apocalipse e vampiros.

 

Martha Batalha – A vida invisível de Eurídice Gusmão (Companhia das Letras)

Nasceu em Recife em 1973, mas cresceu no Rio de Janeiro. Formou-se em jornalismo e fez mestrado em literatura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Trabalhou nos jornais O Dia, O Globo e Extra e criou a editora Desiderata, hoje parte da Ediouro. Mudou-se para Nova York em 2008, onde completou o mestrado em Publishing da New York University e recebeu a maior distinção do curso, a Oscar Dystel Fellowship. Deixou o mercado editorial americano para se tornar escritora. Seu livro de estreia já teve os direitos vendidos para o cinema e para mais de dez editoras estrangeiras.

 

Priscila Gontijo – Peixe cego (7 Letras)

Nasceu no Rio de Janeiro, é pesquisadora, dramaturga, roteirista e artista-orientadora. É formada em Letras pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Integrou o Centro de Pesquisa Teatral (CPT), de Antunes Filho, onde atuou em montagens como Medéia, de Eurípedes e Policarpo Quaresma, de Lima Barreto. É também fundadora da Companhia da Mentira, onde encenou textos próprios, como Soslaio, que ganhou o Prêmio Myriam Muniz da Funarte em 2007, Os visitantes, vencedora do Fundo de Apoio ao Teatro do Rio de Janeiro (FATE) em 2009, e Antes do sono, em cartaz em 2010. Escreveu os roteiros do telefilme Irina e da série Entre o céu e a terra. Seu primeiro romance, Peixe cego, foi um dos finalistas do Prêmio Sesc de Literatura de 2016.

 

Tina Correia – Essa menina: De Paris a Paripiranga (Alfaguara)

Nasceu em Aracaju e mora no Rio de Janeiro. É formada em letras e em jornalismo, com mestrado em literatura brasileira. Durante muitos anos, lecionou na rede de ensino do município do Rio de Janeiro.

 

MELHOR LIVRO DE ROMANCE DO ANO – AUTOR ESTREANTE COM ATÉ 40 ANOS

 

Alexandre Marques Rodrigues – Entropia (Record)

Alexandre Marques Rodrigues nasceu em 1979, em Santos. É formado em psicologia pela Universidade Católica de Santos. Parafilias, livro de estreia, foi vencedor do Prêmio Sesc de Literatura 2014 na categoria Contos, e finalista do Jabuti. Em 2016, lançou seu primeiro romance, Entropia.

 

André Timm – Modos inacabados de morrer (Oito e Meio)

O escritor é natural de Porto Alegre e atualmente mora em Chapecó. Formado em Letras e tem especialização em literaturas do Cone Sul pela Universidade Federal da Fronteira Sul. Atua como escritor e redator publicitário. Obteve menção honrosa no Prêmio Sesc de Literatura com Insônia, seu livro de estreia publicado em 2011. Em 2015, foi finalista do Concurso Brasil em Prosa, da Amazon, com o conto Sonífera Ilha. Modos Inacabados de Morrer, seu primeiro romance, foi vencedor da Maratona Literária da editora Oito e Meio.

 

Maurício de Almeida – A instrução da noite (Rocco)

O escritor nasceu em Campinas em 1982. É formado em antropologia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Venceu o Prêmio Sesc de Literatura em 2007 na categoria contos com o livro Beijando Dentes (2008). Participou das coletâneas Como se não houvesse amanhã (2010) e O livro branco (2012) e tem contos publicados em diversas revistas e jornais, além de traduções para o espanhol na Machado de Assis Magazine e para o inglês no Contemporary Brazilian Short Stories.

 

Raul Ruas – Em torno dos 26 anos: Quando predominam tons tristes, vaidosos e politicamente incorretos (7 Letras)

Em torno dos 26 anos… traz humor, ironia e ritmo, em que o escritor procura um formato entre a memória, a crônica e a poesia, com um texto direto e cortante. O autor também assina o romance Meia vida, publicado em 2016.

 

Robson Viturino – Do outro lado do rio (Nós)

Nasceu em São Paulo, em 1979, e passou a infância e a adolescência no interior paulista. Em 2001, voltou a São Paulo, cidade onde mora e trabalha desde então. É escritor e jornalista formado na Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Além de prosa de ficção, publica perfis, resenhas e reportagens em diversos periódicos. Em 2012, recebeu o Grande Prêmio de Reportagem da Editora Globo por antecipar a derrocada do empresário Eike Batista. Do outro lado do rio é sua estreia na ficção.

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Prêmio São Paulo de Literatura 2017 anuncia finalistas

O Prêmio São Paulo de Literatura, promovido pelo Governo do Estado de São Paulo, divulga os 20 finalistas da sua décima edição. São 10 obras concorrendo ao prêmio de R$ 200 mil, na categoria Melhor Livro de Romance do Ano; 5 disputarão R$ 100 mil, na categoria Melhor Livro de Romance do Ano – Autor Estreante com mais de 40 anos; e 5 estão concorrendo a R$ 100 mil, na categoria Melhor Livro de Romance do Ano – Autor Estreante com até 40 anos. Todos os livros foram publicados pela primeira vez em 2016, com a primeira edição em língua portuguesa.

Distribuindo um total de R$ 400 mil, o Prêmio São Paulo de Literatura é o maior do país em valor individual e tem como principais objetivos incentivar a produção literária de qualidade, apoiar e valorizar novos autores e editoras independentes, além de incentivar a leitura, por meio da promoção de bate-papos dos finalistas com o público.

Além disso, todos os livros finalistas ficam à disposição para empréstimo na Biblioteca de São Paulo, localizada no Parque da Juventude, e na Biblioteca Parque Villa-Lobos. A ênfase no romance é uma característica do Prêmio São Paulo de Literatura desde sua criação, em 2008, inspirado no britânico Man Booker Prize. Atualmente, ele é executado em parceria com a organização social SP Leituras.

 

MELHOR LIVRO DE ROMANCE DO ANO

 

Bernardo Carvalho – Simpatia pelo demônio (Companhia das Letras)

Flávio Izhaki – Tentativas de capturar o ar (Rocco)

Javier Arancibia Contreras – Soy loco por ti, América (Companhia das Letras)

José Luiz Passos – O marechal de costas (Alfaguara)

Maria Valéria Rezende – Outros cantos (Alfaguara)

Michel Laub – O tribunal da quinta-feira (Companhia das Letras)

Miguel Sanches Neto – A bíblia do Che (Companhia das Letras)

Ricardo Lísias – A vista particular (Alfaguara)

Silviano Santiago – Machado (Companhia das Letras)

Victor Heringer – O amor dos homens avulsos (Companhia das Letras)

 

MELHOR LIVRO DE ROMANCE DO ANO – AUTOR ESTREANTE COM MAIS DE 40 ANOS

 

Antonio Cestaro – Arco de virar réu (Tordesilhas | Alaúde)

Franklin Carvalho – Céus e terra (Record)

Martha Batalha – A vida invisível de Eurídice Gusmão (Companhia das Letras)

Priscila Gontijo – Peixe cego (7 Letras)

Tina Correia – Essa menina: De Paris a Paripiranga (Alfaguara)

 

MELHOR LIVRO DE ROMANCE DO ANO – AUTOR ESTREANTE COM ATÉ 40 ANOS

 

Alexandre Marques Rodrigues – Entropia (Record)

André Timm – Modos inacabados de morrer (Oito e Meio)

Maurício de Almeida – A instrução da noite (Rocco)

Raul Ruas – Em torno dos 26 anos: Quando predominam tons tristes, vaidosos e politicamente incorretos (7 Letras)

Robson Viturino – Do outro lado do rio (Nós)

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Saiba quem são os integrantes do Júri Final de 2017

Post atualizado em 12 de setembro de 2017.

A Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo publicou no dia 2 de agosto no Diário Oficial os nomes do Júri Final do Prêmio São Paulo de Literatura de 2017: Alcir Pécora, Cintia Alves, Flavio Cafiero, Leyla Perrone-Moisés e Livia Deorsola. No dia 12 de setembro, foi publicado no Diário Oficial a Resolução SC – 43, que altera um membro do Júri Final da décima edição do concurso: o escritor e editor Alonso Alvarez Lopes substitui a editora Livia Deorsola. Confira os currículos dos jurados neste link.

Leia a publicação no Diário Oficial do dia 2 de agosto de 2017.
Leia a publicação no Diário Oficial do dia 12 de setembro de 2017.

O Prêmio São Paulo de Literatura seleciona os melhores livros de ficção, escritos em língua portuguesa, originalmente editados e publicados no Brasil. Foi lançado em 2008 e integra uma série de projetos da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. Autores consagrados e escritores estreantes participam do concurso, que reúne o melhor da produção literária brasileira do gênero romance.

Os jurados são críticos literários, escritores, livreiros, bibliotecários, mediadores de leitura, professores universitários e profissionais atuantes na área literária. Esta composição é fundamental para contemplar todos os segmentos que se entrelaçam no processo produtivo do livro, desde a concepção da obra literária até o seu consumo e fruição pelo público leitor.

Esta importante diferenciação conceitual está presente na sua origem, conferindo ao prêmio uma peculiaridade em relação aos concursos similares, pois amplia e diversifica o olhar crítico para melhor avaliação do conteúdo dos romances inscritos a cada edição.

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Veja lista de prêmios literários com inscrições abertas

Para quem trabalha com cultura, uma boa dica é acompanhar os editais de governos e empresas que patrocinam projetos. Tratam-se de mecanismos públicos e privados de financiamento direto para a produção artística que acontecem em diversas regiões do país e do exterior. Uma boa novidade nesse sentido é o site Prosas, que facilita e agrega o acesso a estes recursos em áreas como assistência social, ciência e tecnologia, cultura e artes, esportes, entre outras. A ideia deles é conectar quem patrocina, quem executa e quem se beneficia de projetos sociais.

Atualmente, são mais de 2.500 editais cadastrados no sistema do Prosa. Entre eles, muitos voltados para o segmento literário como os prêmios da Fundação Biblioteca Nacional Edição 2017, o 14º Concurso Nacional de Contos Josué Guimarães, o 3º Prêmio Cepe Nacional de Literatura, o Prémio Literário Santos Stockler, a 28ª edição do Concurso de Contos Paulo Leminski, além do Prêmio Paraná de Literatura 2017.

Confira a relação completa neste link.

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